Quinze nomes de destaque da imprensa brasileira estarão reunidos nesta quarta-feira (28), no Festival de Jornalismo Recife, que acontece no auditório da OAB-PE, em Santo Antônio, das 13h às 20h. As inscrições são gratuitas e voltadas principalmente para estudantes e profissionais da área.
Entre os participantes está a repórter do Marco Zero, Maria Carolina Santos. O principal objetivo do evento, realizado em parceria com universidades, é complementar a formação acadêmica com conhecimentos práticos que vão além da grade curricular.
13h30 - O Papel do Jornalismo
Com Breno Pires (Revista Piauí/Abraji), Carla Egydio (Ajor) e Patrícia Blanco (Instituto Palavra Aberta).
14h30 - Os desafios do Jornalismo em Pernambuco
Com Carol Santos (Marco Zero), Leusa Santos (Folha de Pernambuco), Laurindo Ferreira (Sistema Jornal do Commercio) e Magno Martins (Blog do Magno).
15h30 - Conferência Magna: Jornalismo nas Linhas de Frente
Com o jornalista Francisco José.
16h30 - O que o Mercado espera de você
Com Eduardo Scolese (Folha de S.Paulo), Eldo Gomes e Felipe Resk (Diário de Pernambuco).
17h20 - Precisão da Informação e o Impacto na Sociedade
Com Basília Rodrigues (SBT News) e Roberta Aureliano (TV Guararapes).
18h10 - Exibição do documentário Escola Base – Um Repórter Enfrenta o Passado
Com Valmir Salaro, que revisita o emblemático caso de 1994 para discutir apuração, ética e responsabilidade.
O Festival tem patrocínio do Banco do Nordeste, Fiepe e Alepe, e apoio do Instituto Palavra Aberta, Jornalistas & Cia, RXZ e OAB-PE.
À frente da organização está a jornalista Kátia Cubel, uma das referências mais conhecidas da imprensa de Brasília. Amiga do jornalista pernambucano Magno Martins, que apoia e colabora com a iniciativa, Kátia é diretora da Engenho Comunicação há 30 anos e criadora do Prêmio Engenho, o Oscar da imprensa brasiliense.
Ela traz para a capital pernambucana o mesmo formato de sucesso que já promove há anos em Brasília.
Magno Martins: "Uma reciclagem para quem está começando"
Para Magno Martins, que tem mais de 40 anos de jornalismo, o Festival funciona como uma reciclagem e uma aula extra indispensável."
"Quem já passou pelos bancos da faculdade sabe: a universidade ensina a teoria, mas não ensina a rua, a apuração na pressão, a ética na prática. É uma oportunidade que nós não tivemos quando éramos estudantes. Hoje o jovem sai com o diploma, mas sem saber como enfrentar uma redação. O Festival vem preencher essa lacuna", destacou.

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