quarta-feira, 21 de outubro de 2026

A "sorte" de José nunca foi sorte.


 

Se você olhar a história de José - seja o José da Bíblia, seja o José de Angelim que levanta 5h pra trabalhar na roça - o roteiro é o mesmo:

Foi traído pelos mais próximos e não devolveu traição.

Foi esquecido na prisão / no esquecimento político e continuou fazendo bem o que tinha que fazer naquele lugar pequeno.

Quando a porta abriu, ele estava preparado. 

Sabia interpretar o sonho porque tinha estudado o sonho dos outros na cadeia.

A gente chama de sorte quando não viu o processo.

José não teve sorte de virar governador do Egito. 

Ele teve caráter na escassez e fidelidade no anonimato. 

A sorte só encontrou ele trabalhando. Como diz o prefeito Caíque que você entrevistou: 

"Não resolvo no gabinete. Tem que tá perto do povo". 

José do Egito também saiu da sala do palácio e foi contar o trigo no campo.

No fim, a sorte de José é o nome que os invejosos dão para a colheita de quem plantou quando ninguém tava vendo.

Na próxima matéria, o assunto é: CAÍQUE SABE FAZER - Muito asfalto pelos bairros da cidade.

Prefeito de Angelim transforma lama e poeira em dignidade. 

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