quinta-feira, 10 de setembro de 2026

DE CHICO SCIENCE A JOÃO GOMES: 30 ANOS DEPOIS, PERNAMBUCO VOLTA A CONQUISTAR O ROCK IN RIO E É ORGULHO DE SER PERNAMBUCANO

Um vídeo que está viralizando nas redes sociais fez todo pernambucano sentir um orgulho danado.

João Gomes fará sua estreia como atração principal no Rock in Rio em 12 de setembro de 2026, no Palco Sunset, levando o bloco pernambucano Galo da Madrugada e a Orquestra Brasileira para a Cidade do Rock. A apresentação inédita celebrará a cultura nordestina ao unir o piseiro e o Carnaval do Recife a grandes sucessos românticos do cantor, como "Dengo" e "Meu Pedaço de Pecado", transformando o espaço em uma grande vaquejada para o público nacional e internacional.




 

E com razão. João Gomes vai levar nossa cultura para o palco do Rock in Rio 2026 e a história se repete exatamente 30 anos depois de um momento histórico: em 1996, Chico Science e Nação Zumbi abriram esse caminho ao subir no palco do Hollywood Rock, que na época era um dos maiores festivais de música do Brasil e do mundo, realizado no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

No mesmo palco por onde passaram grandes nomes do rock nacional e internacional, sabe o que Chico resolveu levar? Maracatu, coco, hip hop, eletrônica e muito mais, tudo isso misturado com rock. Nascia ali o Manguebeat, que projetou Pernambuco para o mundo.

E aí a gente vem para 2026, trinta anos depois, e vê o cantor João Gomes se preparando para levar na sua apresentação em um dos maiores palcos do Rock in Rio, uma verdadeira aula de cultura popular:

Maracatu de Baque Solto Piaba de Ouro do Mestre Salustiano, Galo da Madrugada, Homem da Meia Noite, frevo com maestro, Boi da Macuca - Poço Comprido - Correntes, Maestro Oséias de Olinda e a Embaixada dos Bonecos Gigantes.

O show de João Gomes, vencedor do Grammy Latino de 2025 com o álbum "Dominguinho", será uma grande celebração não só para Pernambuco, mas para a cultura do Nordeste inteiro.

E sabe o que torna esse momento ainda mais especial? Mesmo depois de 30 anos, a cultura popular continua se reinventando, criando novos ídolos e assim encontrando seu diferencial, exaltando sua própria essência.

De um lado, um menino de Rio Doce, em Olinda, que levou o manguebeat para o mundo. Do outro, um menino de Serrita, no Sertão, que leva o piseiro para o mundo. É de orgulhar ou não é?

ENTREVISTA EXCLUSIVA SOBRE O TEMA

E para falar sobre esse momento histórico e os bastidores da produção de João Gomes, o produtor musical Vanutti Macedo, garanhuense que faz parte da equipe de João Gomes e que viu de perto toda a trajetória desde Chico Science, será entrevistado por Marcelo Jorge nesta sexta-feira, às 7h30, no programa Leitura Ampla, da Rádio 7 Colinas de Garanhuns (105,9 FM). 

VANUTTI MACEDO: O GÊNIO DE GARANHUNS QUE CONQUISTOU PORTUGAL E HOJE PRODUZ JOÃO GOMES SERÁ ENTREVISTADO NA RÁDIO 7 COLINAS

Quando se fala em talento da terra, o nome de Vanutti Macedo tem que estar no topo da lista. 

Nascido em Garanhuns, no coração do Agreste Meridional, Vanutti é um daqueles artistas completos que o interior de Pernambuco sabe formar como poucos.

Antes de ganhar o mundo, ele marcou época tocando nas principais bandas da região. 

É dessa fase a amizade sólida com o grande jornalista Marcelo Jorge, da Rádio Sete Colinas, que sempre foi um dos maiores incentivadores da música garanhuense.

DE GARANHUNS PARA LISBOA

A virada na carreira veio em 1993, quando Vanutti cruzou o Atlântico e desembarcou em Lisboa, Portugal. 

Lá, lançou pela gravadora Sonovox / Vidisco o disco "Bate Coração", que estourou nas rádios portuguesas, lhe rendeu Discos de Ouro e o topo das paradas de sucesso - um feito raro para um brasileiro naquela época.

O HOMEM DA MÚSICA COMPLETO

Vanutti não é só cantor. Ele é cantor, compositor, guitarrista, multi-instrumentista, arranjador, engenheiro de som e produtor musical. 

É proprietário do Vanutti Studio em Recife, um dos estúdios mais respeitados da região, por onde passa a nova geração do piseiro e do forró.

Hoje, Vanutti colhe os frutos de décadas de estrada. Ele faz parte da equipe de produção do fenômeno João Gomes, artista que levou o piseiro ao Grammy Latino - vencedor em 2025 com o álbum "Dominguinho". 

Vanutti é um dos responsáveis pela sonoridade que levará João Gomes ao Rock in Rio neste sábado.

ENTREVISTA EXCLUSIVA NESTA SEXTA

 

E a notícia boa para os fãs: Vanutti será entrevistado por Marcelo Jorge nesta sexta-feira, às 7h30, no programa Leitura Ampla, da Rádio 7 Colinas de Garanhuns.

É a chance de ouvir, ao vivo, as histórias de Portugal, os bastidores do Grammy com João Gomes e os novos projetos do Vanutti Studio. Imperdível para quem ama música de verdade. Sintonize: Rádio 7 Colinas - 105,9 FM ou pelas redes sociais.

O FENÔMENO DA RUA DO AÇUDE: POR QUE O PÚBLICO DE CAÍQUE DOBROU EM UMA SEMANA?

 

A fotografia que vemos é o registro de um porta a porta.

Sabemos como é: passa rápido, a rua se esvazia e tudo volta ao normal minutos depois. Mas a fotografia fica. 

Ela preserva o instante exato em que a manifestação popular se transforma em imagem histórica. Ela registra o movimento.

Registra a emoção. Registra o olhar de Caíque. Registra a reação da multidão que, ao mesmo tempo em que é fotografada, protege a memória popular e atesta o que de fato aconteceu na rua.

E o que aconteceu precisa ser valorizado e guardado. Porque há um movimento que cresce a cada dia que passa, com o povo acompanhando as caminhadas de Caíque e seus correligionários nesta campanha de 2026, apresentando candidatos e conversando olho no olho com a população.

A pergunta que fica é inevitável: a que se deve este crescimento repentino de uma semana para outra, tendo tanta repercussão?

Como Caíque consegue, na Rua do Açude, nesta quarta-feira 9, duplicar seu público de uma caminhada para a seguinte?

Se deve à sua simpatia? Em parte, sim. 

Mas simpatia sozinha não arrasta multidão.O crescimento se deve, sobretudo, à aprovação de sua administração. 

Se deve ao fato de estar fazendo o que o povo deseja. Quando a gestão escuta a rua, a rua responde na rua.

A foto está aí para provar. O porta a porta passou, mas o recado ficou.

Foto - Fagner Mendes 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

DIA DE DECISÕES: FACHIN BOTA ORDEM NO STF E CAÍQUE LOTA RUA DO AÇUDE EM ANGELIM

Enquanto presidente do Supremo suspende guerra de liminares sobre a PF em Brasília, prefeito de Angelim arrasta multidão em porta a porta e se emociona com receptividade

 

A quarta-feira, 9 de setembro de 2026, vai ficar marcada por duas decisões importantes - uma em Brasília e outra no interior de Pernambuco.

Em Brasília, a principal notícia do país foi a intervenção firme do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. Ele suspendeu as duas decisões conflitantes que geraram uma crise institucional sem precedentes: a do ministro André Mendonça, que havia afastado o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e a do ministro Flávio Dino, que havia mandado os dois voltarem ao cargo em menos de 24 horas.

Fachin disse que virou um "tumulto processual" e que o Supremo não pode virar ringue. Além de congelar tudo, ele ainda tomou uma decisão histórica: tirou das mãos de Alexandre de Moraes a relatoria do polêmico Inquérito das Fake News e trouxe para a Presidência. 

Agora, quem vai dar a palavra final sobre quem investiga quem é ele, e marcou para o dia 15 uma sessão extraordinária do Plenário completo para bater o martelo.

 

Guardadas as devidas proporções, em Angelim o clima também foi de decisão e de demonstração de força.

O prefeito Caíque, ao lado do seu grupo político, realizou na noite desta quarta o maior porta a porta já feito na Rua do Açude. 

Uma multidão tomou conta da rua, superando inclusive o evento realizado na última quarta-feira.

 

No corpo a corpo, nas visitas de casa em casa, o prefeito priorizou a apresentação dos seus dois nomes para a disputa parlamentar: Waldemar Oliveira para deputado federal e Claudiano Filho para deputado estadual.

Ao final da caminhada, Caíque saiu visivelmente emocionado com a receptividade dos angelinenses.

"A gente sente na porta de cada casa que o povo de Angelim abraçou o projeto. Foi emocionante", disse o prefeito a aliados.

Enquanto em Brasília Fachin tenta pacificar o STF, no Agreste Meridional Caíque mostra que a pacificação do seu grupo já virou ruas lotadas. E com nomes definidos para 2026.

 

É a política acontecendo - do Planalto à Rua do Açude. 

DÉBORA ALMEIDA CRUZA O ESTADO: DE SANHARÓ A SALGUEIRO AO LADO DE FERNANDO FILHO E RAQUEL LYRA

 

A deputada estadual Débora Almeida (PSD) cumpriu nesta terça uma intensa agenda do Agreste ao Sertão.

Pela manhã, esteve em Sanharó ao lado do deputado federal Fernando Filho (União Brasil), em caminhada pelo centro e na feira livre, conversando com feirantes e comerciantes.

À noite, a parlamentar seguiu para Salgueiro, onde integrou a comitiva da governadora Raquel Lyra (PSD) em ato público e caminhada com apoiadores. 

 

No Sertão, esteve com os vereadores Mael e Agaeudes, o ex-prefeito Haroldo Tavares e os prefeitos Xicao Tavares (Verdejante), Dinha Mororó (Terra Nova) e Riva Bezerra (Cedro).

"É fundamental estar perto das pessoas e ver que nossa caminhada está crescendo a cada dia", destacou Débora.

 

FACHIN BATEU O MARTELO E SUSPENDEU TODO MUNDO!

 

 

O presidente do STF, Edson Fachin, entrou no meio da briga e disse: CHEGA!

Ele suspendeu TUDO nesta quarta-feira (09). Suspendeu a decisão de Mendonça que tinha afastado o chefe da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de inteligência, Leandro Almada.

E suspendeu também a decisão de Flávio Dino, que tinha mandado os dois voltarem.

Por que Fachin fez isso? Ele disse que virou uma bagunça só. Um ministro manda prender, outro manda soltar, tudo sobre o mesmo caso, o do banqueiro Vorcaro do Banco Master. Se deixar assim, vira tumulto e o Supremo perde a moral.

Então, como fica agora?Fica assim, para o povo entender:

Ninguém foi afastado e ninguém voltou ainda. As duas ordens estão suspensas, congeladas até o presidente decidir.

Andrei e Almada continuam no cargo, mas por ordem do presidente Fachin, não mais por ordem do Dino.

Mendonça fica proibido de mexer nesse processo até segunda ordem.

A PGR também fica parada. O procurador Paulo Gonet queria anular o relatório da PF, Fachin mandou parar tudo também.

Ninguém pode investigar ministro do STF escondido. Se aparecer nome de ministro na investigação, tem que mandar direto para o Fachin primeiro.

O que Fachin alegou? Que a AGU, que é a advocacia do governo, pediu socorro a ele dizendo que afastar a cúpula da PF de uma hora para outra ia desorganizar toda a Polícia Federal do Brasil.

E agora?

Fachin marcou uma reunião geral de todos os 10 ministros do STF para o dia 15 de setembro, às 10h da manhã.

É lá, no Plenário, que eles vão decidir de uma vez por todas quem está certo.

Resumindo em miúdos: Fachin deu um freio de arrumação, colocou todo mundo no banco e disse que só o time completo do Supremo resolve essa parada.

 

GUERRA DE LIMINARES NO STF: DINO ANULA DECISÃO DE MENDONÇA E RECOLOCA CÚPULA DA PF NO CARGO

 

 

Pergunta que não quer calar: Quem está certo? André Mendonça, Flávio Dino ou Alexandre de Moraes?O caso Vorcaro (Banco Master) detonou a PF, derrubou delegado, gerou guerra de liminares.

Mendonça pediu os dados brutos da investigação para levar ao Plenário. Dino derrubou o afastamento. Moraes quer investigar Mendonça. O presidente Fachin já tomou as rédeas. E você, o que acha? Comente!

Essa é a maior crise institucional do STF em anos. Não tem ainda "quem está certo" definido - o presidente do STF, Min. Fachin, chamou tudo pra ele para decidir. Vou te resumir o que cada um alega, sem tomar partido:

O ESTOPIM - O CASO VORCARO

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve o celular apreendido na Operação Compliance Zero. A PF fez um relatório de 218 páginas com mensagens, ligações e arquivos do aparelho. Nesse material apareceram contatos com autoridades - incluindo o Min. Alexandre de Moraes e outras.

O relator desses inquéritos (Master e também do INSS) é o Min. André Mendonça.

O QUE CADA MINISTRO FEZ:

1. André Mendonça:

Determinou que a PF fizesse o relatório identificando todos os interlocutores de Vorcaro e depois tirou o sigilo.Pediu os dados brutos da investigação à PF.Argumento dele: interesse público primário, transparência, e que como há citação a ministros do STF, o único foro competente para julgar é o Plenário, em sessão pública. Por isso liberou para o Plenário decidir.

2. Alexandre de Moraes:

Disse que Mendonça cometeu irregularidades: teria direcionado investigação contra integrantes da Corte sem autorização do Plenário - pela lei, crime comum de ministro só pode ser investigado com aval do Plenário.Acusou "quebra de imparcialidade, usurpação da direção de investigações, favorecimento a grupos políticos e condução irregular de colaboração premiada", citando ele próprio e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.Pediu ao presidente Fachin para investigar Mendonça por abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade, dentro do Inquérito das Fake News.

3. Flávio Dino:

Entrou no caso ao decidir reconduzir o Diretor-Geral da PF, Andrei Rodrigues, e o delegado Leandro Almada, que tinham sido afastados no contexto dessa crise.Na decisão, Dino afirmou que Mendonça "interferiu na esfera de competência de outros ministros e do próprio Plenário", citando um encontro privado de Mendonça com Vorcaro. Na mesma decisão, não mencionou as ligações de Andrei Rodrigues com Vorcaro que constavam no relatório.

4. Edson Fachin - Presidente do STF:

Tomou as rédeas para pacificar. Fez duas coisas importantes:

Retirou o pedido de investigação de Moraes contra Mendonça do Inquérito das Fake News e juntou tudo no mesmo processo da relatoria da Presidência.

Deu 5 dias para todos se manifestarem: Moraes, Mendonça, o PGR Paulo Gonet e o Diretor da PF Andrei Rodrigues, sobre 4 pontos: cumprimento da Lei Orgânica da Magistratura, uso de credenciais para ver documento particular, circunstâncias da ordem de Mendonça e controle externo da atividade policial.

5. PGR Paulo Gonet:

Pediu a nulidade do relatório da PF, alegando que a PGR não foi ouvida, o que impediria o controle externo da atividade policial, e que a PF não teria competência para apurar conduta de ministro.

Onde está agora?

Fachin espera as manifestações até dia 11 de setembro. Depois ele decide se leva ao Plenário para decidir se abre investigação formal contra Moraes com base no relatório, se arquiva, ou se abre investigação contra Mendonça.

Então juridicamente hoje:

Para o grupo que defende Mendonça: ele agiu com transparência e levou ao colegiado soberano.

Para o grupo que defende Moraes/Dino/Gonet: ele usurpou competência do Plenário e direcionou a PF para investigar colegas por motivação política.

Ainda não há decisão de mérito. É o Plenário do STF quem vai ter que dizer quem agiu dentro da regra.

E como fica a situação de Mendonça ver os dois da PF voltarem ao cargo?

Fica tecnicamente empatado e com decisão conflitante - e é isso que agravou a crise. Entenda o jogo:

O que Mendonça fez na terça (08):

Afastou Andrei Rodrigues (Diretor-Geral da PF) e Leandro Almada (Diretor de Inteligência) de forma cautelar. Motivo alegado: a Diretoria de Inteligência teria produzido um relatório de 50 páginas analisando a atuação do próprio Mendonça - como ele conduziu o caso Vorcaro - e esse relatório teria sido usado por Alexandre de Moraes para pedir investigação contra ele. Para Mendonça, isso é monitoramento indevido de ministro por órgão subordinado.

Ele mandou essa decisão para a 2ª Turma. Já tinha maioria: Fux e Nunes Marques acompanharam o afastamento. O julgamento só parou porque Gilmar Mendes pediu vista.

O que Dino fez nesta quarta (09), menos de 24h depois:

Derrubou o afastamento com uma liminar monocrática, mesmo ele sendo da 1ª Turma e o caso estando na 2ª. Determinou reintegração imediata dos dois e proibiu novas cautelares baseadas só em "ato do ofício".

Vício de origem: O pedido de afastamento foi feito pelo Partido Novo. Para Dino, partido político não tem legitimidade para pedir medida cautelar penal - só MP e autoridade policial poderiam.

Competência do Plenário: O presidente Fachin já tinha aberto a PET 16.704 para o Plenário decidir sobre os relatórios da PF. Então Mendonça não poderia decidir sozinho.

Prejuízo operacional: Afastar a cúpula paralisaria investigações que estão sob relatoria do próprio Dino, como a do filme Dark Horse com emendas parlamentares.

Como fica Mendonça agora?

Na prática, ele viu sua decisão ser revertida por um colega de outra Turma, antes mesmo do pedido de vista de Gilmar ser analisado. Isso juridicamente não é "desobediência", é uma decisão posterior conflitante, que só o Plenário pode desempatar.

Por isso Dino já determinou que tudo vá direto ao Plenário - 10 ministros hoje - e não mais à 2ª Turma. E Fachin também puxou tudo para a Presidência.

Resultado hoje:

Andrei e Leandro estão de volta ao cargo, por ordem de Dino.

A decisão de Mendonça continua válida formalmente, mas com efeitos suspensos até o Plenário julgar.

Mendonça sai politicamente enfraquecido porque tinha maioria na Turma e perdeu no atropelo, mas juridicamente ainda pode vencer no Plenário se Fachin pautar e a maioria entender que a produção de relatório sobre ministro pela PF é ilegal.

É um choque de liminares. Quem decide agora é o Plenário completo.