Carlos Britto se pronunciou após uma
operação da Polícia Federal na Plena FM, da cidade de Petrolina, esclarecendo
que a investigação se refere a fatos de 2023, período em que a emissora não
estava sob sua responsabilidade.
Ele expressou surpresa com a situação e destacou a relevância
do momento, ocorrendo após seu rompimento político com o ex-prefeito Miguel
Coelho.
Britto reafirmou seu compromisso com a transparência e a
verdade, afirmando que enfrentará a situação de forma responsável e disponível
para esclarecimentos.
A Polícia Federal desativou, nesta
quarta-feira (20), uma emissora de rádio em Petrolina, no Sertão de Pernambuco,
durante a Operação Espectro Livre. Segundo apuração do Blog Plural, trata-se da
Rádio Plena, comandada pelo radialista Carlos Britto, candidato a deputado
federal pelo PL.
A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão no imóvel
onde funcionava a estação. Durante a diligência, agentes da PF, com apoio
técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), apreenderam
equipamentos de transmissão e interromperam o funcionamento da emissora.
Carlos Britto foi procurado pelo Blog Plural, mas até a
publicação desta reportagem não havia se pronunciado sobre a operação.
De acordo com a Polícia Federal, a investigação apura uma
possível transmissão clandestina de sinal de rádio e outras irregularidades
relacionadas ao uso do espectro de radiofrequências.
Os equipamentos recolhidos serão submetidos à perícia, e o
material deve auxiliar na identificação dos responsáveis e no avanço das
investigações.
Durante a operação, foi lavrado um Termo Circunstanciado
de Ocorrência (TCO) por funcionamento irregular da emissora.
Segundo a PF, os fatos podem configurar, em tese, o crime
de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicações, previsto no artigo
183 da Lei nº 9.472/1997, cuja pena varia de um a dois anos de detenção.
Com informações Blog Plural





