segunda-feira, 31 de agosto de 2026

RATINHO: "MEU TOTAL APOIO À GOVERNADORA DE PERNAMBUCO, RAQUEL LYRA





O apresentador Ratinho publicou um vídeo manifestando indignação diante dos ataques pessoais sofridos pela governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, após cartazes com mensagens ofensivas aparecerem no Centro do Recife.

Ao comentar o episódio, Ratinho ressaltou que divergências fazem parte da política, mas afirmou que ataques pessoais ultrapassam qualquer limite aceitável.

“Meu total apoio à Raquel Lyra, governadora de Pernambuco, neste momento. A política não precisa e não pode chegar a esse nível. Podemos ter divergências políticas, mas ataques pessoais não se justificam. Nenhuma mulher, nenhuma pessoa no mundo, deveria passar por isso”, declarou.

O apresentador encerrou a manifestação deixando uma mensagem direta à governadora: “Raquel, minha solidariedade, meu respeito e meu apoio.”

A manifestação de Ratinho amplia a repercussão do episódio, que ganhou destaque após Raquel Lyra denunciar publicamente os ataques e afirmar que, “na política, como na vida, não vale tudo”.

 

Nem a mulher do padre de Gravatá levou gente para o comício de Raquel

 Deu no Jornal O Poder

 


 

Essa nem seria notícia se não fossem os personagens. A esposa do Padre Joselito, prefeito de Gravatá, é candidata a deputada. O prefeito padre meio fake ou fake e meio, como queiram, fez oposição cerrada à então candidata Raquel Teixeira Lyra. Raquel ganhou. Uma das primeiras providências foi trair e humilhar o grupo de Joaquim Neto, apoiador de primeira hora, e se jogar nos braços do padre fora de ordem mas que continua se intitulando padre.

Neste fim de semana

O padre meio fake mobilizou a máquina da prefeitura para receber Raquel e tentar dar um gás na candidatura até agora chocha da mulher com quem casou e constituiu família. Apesar de usar o título de padre. Não colou. Salvo os cargos comissionados e alguns cabos eleitorais, ninguém apareceu. A rua estreita, escolhida a dedo para abarrotar com 200 pessoas, estava quase deserta.

Curiosidade


Raquel não demonstrava nenhuma tristeza ou abatimento. Bem animada, atribuindo a si mesmo o termo "Mainha", criticou a gestão anterior por não fazer o que ela teve quatro anos  e também não fez. Mas, craque no ramo de promessas, afirmou que irá resolver tudo em um suposto futuro mandato.

"E SE FOI A SITUAÇÃO QUE PROVOCOU TUDO ISSO?"

 

Com o selo vermelho de R$ 1.000 DE RECOMPENSA, a mão rasgando o panfleto, a lupa, o envelope com carimbo, passa aquela ideia de investigação



É o que o povo na rua está cochichando. Vamos destrinchar esse texto do Jornal O Poder com responsabilidade, como professor no microfone faz:

COMENTÁRIO DO BLOG DO SR. CARIRI

O PODER SUSPEITA – TUDO PODE ACONTECER, INCLUSIVE NADA

O Jornal O Poder lançou uma bomba e ao mesmo tempo um teste de honestidade. Ele está oferecendo R$ 1.000 no ato para quem provar que recebeu na rua um panfleto com acusações baixíssimas contra a governadora Raquel Teixeira Lyra.


E aqui que mora o xadrez:

1. Se o panfleto existiu mesmo na rua, vai aparecer gente. Recife é grande, mas panfleto na rua deixa rastro. Alguém filmou, alguém guardou, alguém comentou.

R$ 1.000 chama atenção. Se em 48h ninguém aparecer com o papel na mão, a tese do O Poder ganha força.

2. Se o panfleto NÃO existiu na rua, aí a situação se inverte e fica grave. Aí a suspeita que o próprio O Poder levanta se sustenta: teria sido tudo produzido dentro do próprio círculo para criar narrativa de vítima no Guia Eleitoral da sexta-feira?

Isso em política se chama "criar o fato para colher o efeito". Mostra a baixaria, se coloca como vítima da baixaria, e ganha solidariedade na TV.

Nosso papel aqui não é acusar ninguém. O Blog do Sr. Cariri não tem prova nem de um lado nem do outro. Nosso papel é perguntar, como você perguntou: Se foi a situação que provocou tudo isso, como fica a situação? Fica feio. Fica muito feio.

Porque usar uma acusação tão baixa como "matou o marido" – mesmo que forjada – para fazer teatro político, é brincar com a inteligência do povo e com a dor de uma família. Por isso a iniciativa do Jornal O Poder foi inteligente: Ele não está discutindo se o panfleto é nojento. Ele está discutindo se o panfleto existiu de verdade fora do palanque. É simples:

Apareceu o panfleto na rua = houve crime e a polícia tem que achar quem fez.

Não apareceu ninguém, tudo pode ter sido, como o próprio jornal diz, uma farsa macabra para dar sustância ao discurso

TUDO PODE ACONTECER, INCLUSIVE NADA. E é aí que entra o jornalismo de verdade. Não é repetir o que a assessoria manda. É ir atrás da prova material. Um panfleto. Um só. Na mão. O O Poder fez a parte dele: botou dinheiro na mesa e chamou pra prova. Agora é esperar. O povo de Pernambuco não é bobo. 

Segundo o edital do próprio O Poder, o interessado deve descrever hora, local e circunstâncias do recebimento. 

Tudo será gravado em vídeo para ajudar a polícia a identificar os responsáveis. O pagamento será feito na hora para os 5 primeiros.

O contato para apresentação, no Recife, é o zap (61) 99667-4410. O mais intrigante vem agora: a tese do Jornal O Poder.

NR - A tese de O Poder é que os panfletos foram produzidos sob comando de pessoas do círculo íntimo de Raquel Teixeira para completar e dar "sustância" ao espetáculo midiático da governadora no Guia Eleitoral da sexta-feira. 

Vamos ver se alguém recebeu esses panfletos ou se tudo não passou de uma farsa macabra, dos próprios governistas, como suspeitamos. 

Ou seja, o jornal suspeita que ninguém recebeu panfleto nenhum na rua. Que tudo teria sido criado para gerar comoção e vitimismo no programa eleitoral. 



MÁRCIO RUBEM CAVALCANTI: A GARRA DE QUEM MANTÉM UM SONHO NO AR

Reconhecimento do Blog do Sr. Cariri a um batalhador da comunicação de Angelim

 


 

Fazer rádio no interior de Pernambuco não é para amador. É para teimoso. Para quem acredita. E se tem um teimoso que merece nosso respeito aqui em Angelim, esse nome é Márcio Rubem Cavalcanti, o Márcio de Lucineide, diretor da Web Rádio Supapo de Angelim.

Enquanto muitos só reclamam que não tem espaço, Márcio foi lá e fez o seu. Com as próprias mãos. Com a internet que cai, com o servidor que custa caro, com o direito autoral que cobra, com a audiência que é difícil de segurar.

Quem nunca gerenciou uma rádio web não tem ideia do desafio:

É TÉCNICO: A transmissão cai no meio do programa. O áudio chia. A internet oscila. E o locutor tem que se virar nos 30 para o ouvinte não perceber.

É FINANCEIRO: Servidor todo mês, ECAD, luz, equipamento. E dinheiro não cai do céu. O plano de streaming não perdoa. É boleto atrás de boleto.

É AUDIÊNCIA: Hoje o ouvinte tem Spotify, YouTube, TikTok. Fazer o cabra parar para ouvir a rádio local é uma luta diária. Tem que ter nicho, tem que ter presença digital, tem que ter conteúdo.

E é por isso que o Márcio merece aplauso de pé. Ele não ficou chorando. Ele foi guerreiro. Para manter a rádio no ar, ele enveredou por outros caminhos. Hoje divide o tempo da comunicação com serviços de xerox e venda de passagens aéreas.


 

Alguns podem achar que é desvio de foco. Eu acho que é sobrevivência. É dignidade. É o jeito do homem do interior que não espera cair do céu, vai à luta.Nem tudo são flores.

Quem trabalha honesto sabe disso. Márcio sabe.Manter uma rádio humilde no ar em 2026, numa cidade como Angelim, é um ato de resistência cultural. É dizer: "Angelim tem voz. Angelim tem vez."A Rádio Supapo pode ser simples na estrutura, mas é gigante no propósito. 

Porque tem por trás um homem que não desiste.

O Blog do Sr. Cariri deixa aqui seu reconhecimento público:Márcio, sua garra inspira. Sua teimosia é exemplo para essa nova geração que quer tudo fácil. 

Você prova que rádio não se faz só com dinheiro, se faz com paixão e com trabalho duro.Continue no ar, meu amigo.

Angelim precisa de gente como você. Que Deus abençoe sua rádio, seu xerox, suas passagens e principalmente sua coragem de não parar. Angelim-PE é maior porque tem gente como Márcio Rubem Cavalcanti.

Blog do Sr. Cariri - Valorizando quem faz Angelim acontecer.

RÁDIO QUE SÓ TOCA MÚSICA É UM TOCA-DISCOS AUTOMÁTICO COM ANTENA.



 Meus amigos de Angelim

Tenho acompanhado a queda vertiginosa do rádio angelinense. Sem evoluir. São duas emissoras WEB e uma Comunitária, já quase obsoletas, perdendo espaço.  Não vi evolução até agora para novas grades de programação. Dá Pena!

Rádio não é brinquedo. Rádio é sala de aula sem parede.

Quando a gente liga o microfone, a gente entra na casa do povo. Na cozinha da dona de casa, no roçado do agricultor, na oficina do mecânico. Por isso, a responsabilidade é grande.

Nosso rádio tá mais prá lúdico. Chegou a hora de evoluir. O povo não quer só rir, o povo quer aprender.

Vamos montar uma grade que serve ao coletivo

JORNALISMO DE VERDADE, NA HORA CERTA

ENTREVISTA QUE ENSINA

CULTURA É A NOSSA RAIZ

Música pernambucana, repente, forró de raiz, história de Angelim, literatura de cordel.

ENTRETENIMENTO SADIO

Pode ter humor, pode ter música, pode ter quadro leve. Mas sadio. Que a família possa ouvir junta. Que não humilhe ninguém. Entretenimento que descansa a mente, não que envenena.

REPASSAR CONHECIMENTO

Todo programa tem que deixar um recado útil

"Antes de abrir o microfone, pergunte: isso que vou dizer vai ajudar alguém a viver melhor hoje? Se não for, mude de assunto.

Porque quem tá no microfone não é um animador de festa. É um professor. E professor tem compromisso com o futuro do seu aluno.

TEMOS TRÊS RÁDIOS DUAS WEB E UMA COMUNITÁRIA – TODAS COM OS MESMOS PROBLEMAS, SEM PROGRAMAÇÃO. SÓ RODANDO MÚSICA. 

Rádio que só passa música está com os dias contados. É por isso que tanta rádio comunitária fecha e Web nem se fala. Virou discoteca. E discoteca o povo já tem no celular, com som melhor e sem comercial.
 
RÁDIO DE VERDADE
 
Tem voz humana, tem opinião, tem rosto. Informa o que aconteceu em Angelim hoje. Dá voz ao povo que não tem voz. Ensina o direito, avisa da vacina, cobra o prefeito. Toca música sim, mas entre uma música e outra, ENTREGA CONHECIMENTO. 

SERÁ QUE FOI LULA? PODER POLÍTICO FALA MAIS ALTO E GLOBO TROCA ÂNCORAS DE SABATINA

Quem tem dois, tem um. Quem tem um, não tem nada. Ela vale por dois! Sai uma Renata e entra outra, a Lo Prete

A TV Globo confirmou: Renata Lo Prete entra no lugar de César Tralli e Renata Vasconcellos para comandar as sabatinas do segundo turno presidencial, nos dias 8 e 9 de outubro.

Oficialmente, a emissora diz que a troca já estava planejada desde o começo do ano. Que não tem nada a ver com desempenho.

Mas ninguém engole essa história tão redonda assim.Nos bastidores, o que corre é que a dupla foi considerada "sem firmeza" na primeira rodada. Que houve reclamação de todo lado. 

E a pergunta que não quer calar no Brasil é: foi o poder que reclamou? Quando o entrevistado é o presidente Lula e o outro lado é Flávio Bolsonaro, o peso da cadeira é diferente.

Qualquer pergunta mal colocada, qualquer interrupção a mais ou a menos, vira crise política. A Globo, que sempre se vendeu como independente, agora tem que explicar por que tira de cena seus dois principais âncoras do Jornal Nacional justamente na hora mais decisiva da eleição. 

Será que foi Lula que pediu a cabeça dos dois? Será que foi pressão do Planalto? A Globo nega. Mas em Brasília todo mundo sabe: quando o poder fala mais alto, a redação escuta.

No primeiro turno, Tralli e Renata Vasconcellos foram acusados de tudo - de serem duros demais, de serem moles demais. No meio do fogo cruzado, sobrou para a direção da Globo mostrar serviço.

E quem assume é Renata Lo Prete, sozinha, mais contida, mais técnica, menos explosiva. Um perfil que incomoda menos os dois lados. É assim que funciona no Brasil: oficialmente é escala técnica, nos bastidores é acerto político.

Bancada vazia
O povo de casa assiste e fica com a sensação de que quem manda na entrevista não é o jornalista, é o entrevistado.

O BLOG DO Sr. Cariri pergunta: se a troca já estava marcada desde janeiro, por que só foi anunciada agora, depois da polêmica? 




A CONFUSÃO É GRANDE NA POLÍTICA PERNAMBUCANA

Papéis voando e rasgados, igual aos panfletos apócrifos.TRE-PE tentando organizar a bagunça. Enquanto Pernambuco espera propostas, campanha vira guerra de panfletos, perfis falsos e processos no TRE-PE.

A campanha de 2026 em Pernambuco entrou num terreno perigoso, e quem perde é o eleitor. O debate sobre propostas para o Estado foi atropelado por uma guerra de denúncias, panfletos apócrifos e acusações de gabinete do ódio.

De um lado, João Campos (PSB) denuncia uma rede de perfis falsos para atacá-lo e liga o caso à Arena Pernambuco. A denúncia ganhou palco nacional, com Geraldo Alckmin e Humberto Costa entrando na briga.

Do outro, Raquel Lyra (PSD) teve que ir à delegacia registrar boletim de ocorrência porque cartazes anônimos usaram a morte do seu marido, Fernando Lucena, como munição política.

É o fundo do poço.

Quando a política precisa apelar para a dor de uma viúva e para ataques de robôs na internet, é sinal de que faltou projeto e sobrou desespero.

João diz com razão que a política não pode ultrapassar limites humanos. Raquel tem razão em cobrar investigação.

Mas o TRE-PE já deu o recado neste domingo (30): mandou tirar do ar publicações que atribuíam a autoria dos panfletos ao grupo de João Campos sem provas.

Decisão correta. Em campanha não vale tudo e acusar sem prova é tão grave quanto espalhar o panfleto anônimo.

O que se vê em Pernambuco é uma campanha que trocou o palanque pelo tribunal e a proposta pelo ataque pessoal.

Enquanto isso, o povo do como por exemplo, continua esperando resposta para saúde, estrada, segurança e emprego.

No interior, o povo chama isso de "jogo sujo". Em Brasília, chamam de "gabinete do ódio". No dicionário do eleitor pernambucano, o nome é mais simples: falta de respeito.

A Justiça Eleitoral precisa ser rápida e dura. Mas os candidatos precisam ser maiores que seus marqueteiros. Se continuarem nesse nível, quem vai ter nojo da política é o eleitor.

O Blog do Sr. Cariri defende: investigação rigorosa, punição para quem fez os panfletos, mas também responsabilidade para quem acusa sem prova.