domingo, 11 de outubro de 2026

FERNANDO RODOLFO REFORÇA QUE SEGUE TRABALHANDO NORMALMENTE

Após o resultado das urnas, o deputado federal por Pernambuco, Fernando Rodolfo, fez pronunciamento de agradecimento, justificou que trabalhou muito pelo estado e seguirá com o mesmo compromisso de sempre, que é de trabalhar e ajudar o povo.

Confira no vídeo 

 

Perder uma eleição não significa necessariamente ficar fora do governo. Mesmo sem conquistar uma cadeira no Legislativo, um candidato ainda pode participar do Poder Executivo. E é seu partido que pode levá-lo até lá.

Fernando Rodolfo tem duas possibilidades no executivo de mostrar serviço. 

Primeiro: Governo Raquel Lyra de quem é apoiador registrado.

Segundo: No Governo federal de Bolsonaro (pai) o deputado foi visto demonstrando concordância e ajuda parlamentar ao presidente Jair, e tendo um perfil de direita o que pode levar a uma aproximação maior com Flávio Bolsonaro na possibilidade de angariar cargo, caso este seja eleito.


 

DAS 1794 CIDADES DO NORDESTE A DIREITA GANHOU EM APENAS 30 CIDADES, VEJA PORQUE:

 


 

 

Transcrito 

"Das mil setecentos e noventa e quatro cidades do Nordeste, a direita ganhou em apenas trinta cidades, veja o porquê.

O Nordeste tem exemplos que merecem atenção e esse vídeo vai mudar a opinião de muito nordestino.

Prefeitos, o povo precisa de emprego, não de favor em troca de votos na eleição.

Vamos para os exemplos.

Maragogi e São Miguel dos Milagres em Alagoas mostram a importância do turismo.

Luís Eduardo Magalhães na Bahia tem força no agronegócio e na indústria.

Teixeira de Freitas também na Bahia reúne comércio, serviços, indústria e agropecuária.

Açailândia no Maranhão tem siderúrgica e produção agropecuária.

E Santa Cruz do Capibaribe em Pernambuco, que eu conheço muito bem, se destaca pela força das confecções e do empreendedorismo.

E aí você deve me perguntar: o que essas cidades têm em comum Rossini?

Essas são apenas seis cidades exemplos das trinta cidades que a direita ganhou no primeiro turno no Nordeste.

São cidades onde a população tem oportunidade de trabalho por conta do empreendedorismo e desenvolvimento econômico.

Assim as pessoas não dependem de empregos de prefeitura como na maioria das mil setecentos e noventa e quatro cidades do nosso Nordeste, que deram a vitória à esquerda.

Cada município tem sua vocação. Cabe aos governos criar condições para essa vocação florescer.

O FPM, Fundo de Participação dos Municípios, é importante, mas esperar o repasse não substitui um plano de desenvolvimento.

Prefeitura não pode funcionar como adolescente esperando mesada.

O Nordeste precisa de infraestrutura, educação, ciência, tecnologia e apoio a quem produz.

Porque inaugurar placa de distrito industrial não emprega ninguém. Só o fabricante da placa.

E não adianta pintar meio fio enquanto o empreendedor enfrenta estrada ruim, falta de água e burocracia. Buraco maquiado continua quebrando a suspensão.

Proteção social e oportunidades devem caminhar juntas. Quem precisa de auxílio tem direito, quem busca trabalho merece encontrar portas abertas.

A Humortivação nos dá consciência política.

Quer posar como pai do desenvolvimento? Primeiro ajude a oportunidade a nascer.

E eu finalizo em poesia, que é o que nós nordestinos amamos:

Nossa gente quer crescer com trabalho e dignidade

Ter ciência para aprender

Infraestrutura de qualidade

E caminhos para escolher

Sem partir para lugar nenhum

Sem necessidade

Menos palanque na praça

Mais oportunidade na cidade

O povo não come propaganda

Precisa de renda e dignidade."

Rossini Tonho dos Couros

HUMORTIVAÇÃO EM CENA

Nesse vídeo o rapaz, que é o Rossini - Tonho dos Couros, quis dizer o seguinte:

Ele parte de um dado: das 1.794 cidades do Nordeste, a direita só ganhou em 30 no primeiro turno. E ele tenta explicar o PORQUÊ, na opinião dele.

O raciocínio dele é esse:

1. As 30 cidades que elegeram a direita são cidades que têm economia própria.

Ele cita 6 exemplos: Maragogi e São Miguel dos Milagres (AL): vivem do turismo.

Luís Eduardo Magalhães (BA): forte no agro e indústria.

Teixeira de Freitas (BA): comércio, serviços e agro.

Açailândia (MA): siderúrgica e agropecuária.

Santa Cruz do Capibaribe (PE): polo de confecções.

2. Nessas cidades o povo tem onde trabalhar e empreender. Por isso, segundo ele, a pessoa não fica dependente de um emprego na prefeitura ou de um favor político em troca de voto.

3. Nas outras 1.764 cidades que votaram na esquerda, haveria essa dependência.

Muita gente depende do FPM - o dinheiro que o Governo Federal manda - e do emprego da prefeitura. Ele diz que "prefeitura não pode funcionar como adolescente esperando mesada".

4. A crítica final dele é para os gestores:

Não adianta só fazer obra de fachada - pintar meio-fio, inaugurar placa de distrito industrial.

O que gera emprego de verdade, segundo ele, é infraestrutura de estrada, água, educação, ciência e menos burocracia.

E ele defende que pode ter proteção social - o auxílio pra quem precisa - mas junto tem que ter oportunidade de trabalho.

No final ele resume em verso: o nordestino quer crescer com trabalho e dignidade, sem precisar ir embora da sua cidade.

É basicamente uma defesa de que o desenvolvimento econômico e o empreendedorismo diminuem o voto por dependência.


 

ANGELIM: Casa Lula 13 será inaugurada no dia 17 de outubro





O município de Angelim, no Agreste de Pernambuco, vai ganhar um novo espaço de debate e organização política.

A inauguração da Casa Lula 13, que será o Reduto da Democracia, está marcada para o próximo dia 17 de outubro.

O espaço, que funcionará na Casa de Vovó Beth, está sendo organizado pela militância local e já está com convite aberto para toda a população.

De acordo com a divulgação feita nas redes sociais por Fernanda Barros, o evento é um convite para comemorar com a gente esse novo momento. 

A arte oficial destaca as cores do PT, com o número 13 e a referência ao vice-presidente Geraldo Alckmin.

A expectativa é que lideranças locais e regionais participem do ato. 

O prefeito Caique também está convidando a população, reforçando o caráter democrático do espaço..

FIM DE CICLO: DE 28 MIL VOTOS PARA MENOS DE 3 MIL EM CARUARU, FERNANDO RODOLFO SOFRE COLAPSO ELEITORAL E SÓ LHE RESTA ANGELIM

DEU NO CORREIO GARANHUENSE - QUEM TE VIU,QUEM TE VÊ, DEPUTADO FERNANDO RODOLFO

O caso de Fernando Rodolfo é o retrato mais claro da derrocada política em Pernambuco nestas eleições.

De 28.597 votos em Caruaru em 2018 para 2.984 em 2026. De 10.727 votos em sua terra Garanhuns para apenas 960. No geral, 15.394 votos em todo o Estado. Nem para vereador em cidade grande ele se elegeria hoje.

Quem te viu em 2018 como fenômeno de votos, com discurso forte, quem te vê agora tendo que buscar abrigo em Angelim com 1.300 votos para tentar ser vereador.

A política não perdoa quem perde a base. Caruaru fechou a porta. Garanhuns, sua casa, fechou a porta. E o Agreste deu o recado nas urnas.

Fica a lição: mandato sem presença, sem entrega e sem grupo não se sustenta. O eleitor agrestino mostrou que não esquece.

O Correio Garanhuense escancarou o que todo mundo já comentava nos bastidores: acabou o ciclo de Fernando Rodolfo como deputado federal.

Agora tendo que buscar abrigo em Angelim com 1.300 votos para tentar ser vereador. 

Mas aí é que está o engano dele. Votar para deputado é uma coisa. Votar para vereador é totalmente diferente.

Para deputado, o eleitor vota no nome conhecido da TV, no discurso de fora. Para vereador, a eleição é caseira. É bairrismo puro. O eleitor quer o nativo, o da casa, o que mora na rua, que vai na missa, que toma café na padaria, que resolve o problema do posto.

Em Angelim, 1.300 votos para deputado espalhados não viram voto para vereador. Na hora do voto local, o eleitor prefere o Zé da bodega, o professor da escola, o agente de saúde, do que o deputado que só aparece de 4 em 4 anos.

Se nem em Garanhuns, sua terra natal, ele teve 960 votos, o que vai buscar em Angelim? Na eleição de vereador, cada voto é contado no dedo, é vizinho contra vizinho. 

SE CONTINUAR POPULAR, ELA FAZ 3 COISAS: ELEGE O PREFEITO DO RECIFE FAZ O SUCESSOR NO GOVERNO SE ELEGE SENADORA

O que diz um colunista de Recife 

O autor diz que Raquel Lyra saiu como a grande vitoriosa e vai virar a principal eleitora de Pernambuco.

1. O que ele afirma que acertou:
Em novembro de 2025 ele já tinha previsto a vitória de Raquel no 1º turno e avisado que João Campos deveria ter ficado na Prefeitura do Recife e deixado o governo para 2030.

2. O que muda no Recife:

Raquel quase empatou com João dentro do Recife (46% contra 49%). Com popularidade alta, ela agora pode escolher e eleger o próximo prefeito da capital. 

Nomes que ele cita: Túlio Gadêlha e Priscila Krause.Na disputa do Recife entram também Marília Arraes e a direita bolsonarista. Se Flávio Bolsonaro for presidente, o PL lança Mendonça Filho como natural, mas podem aparecer Eduardo Moura e Carlos Sant'Anna.

3. O que acontece com João Campos:

João continua sendo um grande eleitor, mas precisará fazer o atual prefeito Victor Marques ficar conhecido e popular para não perder a Prefeitura. 

Se mantiver o Recife, fica forte para 2030. Se perder o Recife e Lula perder a presidência, o sonho de governador adia de novo.

O autor sugere que João pode até ter que se aliar à direita no Recife por causa da força de Raquel na capital.

4. O futuro de Raquel:

Se continuar popular, ela faz 3 coisas:

Elege o prefeito do Recife

Faz o sucessor no Governo

Se elege senadora

5. Os outros:

PT: continua forte, pode se aliar a João ou a Marília. Marília, com 8 anos de mandato, pode disputar Prefeitura em 2028 ou Governo em 2030.

PL: cresce em Pernambuco se Flávio Bolsonaro for presidente.

Nomes como Miguel Coelho, Silvio Costa Filho e Eduardo da Fonte: terão que esperar a vez.

Raquel virou a dona do tabuleiro, João terá que defender o Recife para sobreviver em 2030, e o Recife de 2028 será a grande prévia dessa nova disputa.

DIVISÃO DE FORÇAS DE RAQUEL E JOÃO A PARTIR DOS VOTOS.

 


Divisão de forças de Raquel e João a partir dos votos

A vitória de Raquel Lyra no 1º turno foi construída no interior.

Ela venceu em 132 dos 184 municípios mais Fernando de Noronha. 

João Campos concentrou força no Recife, em parte da RMR e em redutos específicos do Agreste e Sertão.

Para os cientistas políticos Felipe Ferreira Lima e Elton Gomes, o resultado expõe duas estratégias: voto de intensidade e voto de extensão. 

João teve percentuais muito altos em alguns municípios, acima de 60% e até 73% em Santa Cruz. 

Raquel teve votação constante e espalhada por quase todo o território.

A chave foi a inversão da lógica tradicional. Em vez de partir da capital para o interior, Raquel fez o caminho do Sertão ao cais. 

Como governadora, usou a máquina de obras, estradas e programas para atrair prefeitos e lideranças. 

João apostou na popularidade do Recife.

Na capital, João venceu por pouco: 49,94% contra 46,07% de Raquel, diferença de 36 mil votos. 

Na RMR, o jogo virou: dos 14 municípios, Raquel levou 11. Só perdeu Recife, Olinda e São Lourenço.

O mapa regional confirma:Sertão: dividido. João levou Itaparica, Raquel levou Pajeú, Moxotó e Central. 

Venceu em Serra Talhada com 54,3%.

Agreste Central: hegemonia de Raquel, 22 de 26 municípios. Em Caruaru, sua base política, 75,2%. No Setentrional, chegou a 83,3% em Santa Cruz do Capibaribe.

Zona da Mata: maior demonstração de extensão. Raquel venceu 39 de 43 municípios. O PSB perdeu força na região e prefeitos se aproximaram do governo por pragmatismo e dependência de recursos estaduais.

Em resumo: João manteve intensidade onde já era forte. Raquel construiu extensão territorial, transformando alianças de interior em votos e quase empatando no reduto principal do adversário.