terça-feira, 9 de junho de 2026

CAIQUE PREPARA A CIDADE PARA COMEMORAR O PRIMEIRO CENTENÁRIO DE ANGELIM

 


O prefeito Caíque da cidade de Angelim, é um visionário. Em seu discurso homenageando a cidade que estava completando 95 anos, ele vislumbrou que as obras hoje executadas pelo seu governo, darão um bem-estar social aliado a modernização, a infraestrutura, a revitalização de espaços e a preservação da identidade cultural de um povo, para que chegue mais bonita e organizada daqui há cinco anos, momento que será vivido em comemoração aos 100 anos de Angelim.

Caíque prepara a cidade para comemorar sua data histórica, 100 anos em 1931.

O gestor quer ser o prefeito do centenário de Angelim. A festa que organizou no Nonagésimo quinto aniversário de sua cidade, deu prova disso, se credenciou.

A repercussão altamente positiva nas ruas e nas redes, mostra que Caíque acertou. Foi uma festa à altura do povo angelinense. Organização, segurança, cultura e emoção do início ao fim.

Que venham as comemorações do centenário, com planejamento, pra entregar 100 anos de história ao melhor povo do mundo, o angelinense.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

CAÍQUE QUER SERVIÇO BEM FEITO

 

 


 

Em solenidade (dia 6) quando dos 95 anos de Angelim, o prefeito Caíque assinou várias Ordens de Serviço, iniciando um novo ciclo de obras e investimentos estruturantes no município.

Conforme nossa reportagem conseguiu registrar eis algumas Ordens de Serviço. 

Via à Prefeitura, Caíque autorizou o início das construções de reforma e adequação do Parque da Cidade., Construção de um moderno Campo Society, com investimento superior 420 mil reais., abertura do processo licitatório para a aquisição de equipamentos de Academia ao ar livre.,Construção da nova Base do SAMU., reestruturação do Hospital Santa Terezinha., reforma das Unidades de Saúde da Família e também pontos de apoio, com recursos de 800 mil reais por indicação dos deputados Waldemar Oliveira e Carlos Veras., pavimentação das ruas dos Correios e Zé de Lima, orçadas em meio milhão de reais, oriundos de emenda parlamentar do deputado Renildo Calheiros., uma Policlínica, emenda de 400 mil, oriunda  do deputado Waldemar Oliveira.

Portanto, as ordens de Serviço assinadas por Caíque consolidam a política de investimentos do seu governo, com impacto direto no bem-estar da população e no desenvolvimento sustentável do município, querendo mais serviço em Angelim, e serviço bem feito, gerando confiança e resultados.

 

domingo, 7 de junho de 2026

"Fiquei com medo de dar um nó, ao ver na mata a cobra de cipó". Eita! o Cobra de Cipó de Angelim é um baita de um poeta

 



 

Eu admiro esse rapaz oriundo da zona rural, veio pra cidade mostrar serviço, mostrar seu conhecimento e sua arte. Escreve tudo. Recita tudo. Fiquei com medo de dar um nó, ao  ver na mata a cobra de cipó, mas aqui me refiro ao artista de Angelim, Cobra de Cipó, que homenageia sua querida cidade.

O poema diz que Angelim nasceu da teimosia de quatro irmãos, da bênção de uma água que brotou do nada, e da reza do povo. É a certidão de nascimento contada por um poeta da terra, com sotaque, suor e fé.

É por isso que no aniversário de 95 anos, faz todo sentido lembrar do Cobra de Cipó. Ele não deixa a gente esquecer de onde viemos. Não sei, amigo Cobra de Cipó se interpretei bem, devo ter acrescentado algo mais, e bota mais nisso. Fiquei doido. Rapaz é tanta coisa, que me enrolei.

A Origem Mítica dos Quatro Irmãos

"Angelim foi fundada por quatro irmãos subindo a ladeira de chapéu de palha com um saco de estivas"

A cidade não nasce de decreto, nasce do pé no chão. Os quatro irmãos são os fundadores simbólicos. O "chapéu de palha" e o "saco de estivas" mostram que eram gente simples, agricultores, carregando o essencial pra começar a vida. É a fundação pelo trabalho. 

A Luta com a Natureza Seca.

"matado a seco da água sem força para subir o caldeirão"

O sertão castiga. "Matado a seco" é a sede, a falta d'água. "Caldeirão" são as depressões nas pedras que guardam água da chuva. Nem isso tinha força. É a saga do homem do Agreste contra a seca pra conseguir se fixar. 

O Cotidiano e a Sobrevivência

"pegar numa lance tipo dar para catar Coelho do poço tá bebo do riachão para comer com suco de Jenipapo"

Aqui vira crônica da sobrevivência. "Lance" é armadilha. Caçar coelho, beber água do riacho, comer com jenipapo: é o cardápio da resistência. Mostra como viviam do que a terra dava. 

O Milagre da Água e o Susto dos Bois

"vira um olho d'água a água branca Cristalina que tinha dois bois"

O ponto de virada do poema é o milagre. No meio da seca, brota um "olho d'água", nascente. A água é tão pura que é "branca Cristalina". O susto dos bois representa o espanto diante da abundância repentina. Um boi cai, outro corre. É a natureza reagindo ao milagre.

A Fundação Sagrada da Cidade

"construir uma casinha debaixo da sopa do Tamboril, disseram Oratório para homenagear Santa Rita São Luiz Nossa Senhora Nazaré".

Depois da água, vem a casa. "Sopa do Tamboril" é a sombra da árvore tamboril, lugar de descanso. E junto com a casa, vem a fé. O primeiro ato não é a prefeitura, é o oratório. Santa Rita, São Luiz, N. Sra. de Nazaré e o pedido de chuva a São José mostram que Angelim nasce católica, devota e dependente do sagrado pra sobreviver.  

Memória e Celebração

"foi andando até que eu escrevia essas coisas. Parabéns 95 Anos de amor e alegria"

O poeta se coloca no final. Ele é quem guarda e conta essa história. O "foi andando" é o tempo passando. E ele termina celebrando: 95 anos de amor e alegria, apesar da ladeira, da seca e da luta.

Vamos assistir o vídeo, minha gente!