sexta-feira, 2 de outubro de 2026

No sábado, véspera da eleição, o que pode e o que NÃO pode

 


 

O QUE PODE NO SÁBADO:

1. Caminhada, carreata e comício até 22h - Pode fazer arrastão e comício, mas tem que terminar até as 22h de sábado. Sem trio elétrico transformado em showmício.

2. Distribuição de santinho e bandeiraço - Pode fazer corpo a corpo com o eleitor até as 22h.

3. Propaganda na internet - Pode impulsionar e postar até sábado. No domingo é proibido impulsionar.

4. O eleitor pode manifestar apoio individual e silencioso - Usar boné, camisa, adesivo do candidato. 

O QUE É PROIBIDO NO SÁBADO:

1. Boca de urna - Proibido abordar eleitor pedindo voto.

2. Showmício e festa com brindes - Proibido distribuir camisas, bonés, brindes, fazer show para pedir voto.

3. Carro de som fixo e alto-falante - Só pode em carreata/caminhada.

4. A partir das 22h de sábado - LEI SECA em muitos estados - Em Pernambuco geralmente o TRE decreta Lei Seca a partir das 22h de sábado até 18h de domingo. Bares não podem vender bebida alcoólica.

5. Divulgação de pesquisa - Proibido divulgar pesquisa a partir de sábado até o fim da votação. 

6. Prisão de eleitor - A partir de sábado, nenhum eleitor pode ser preso, salvo flagrante. 

ARRASTÃO DE 3 MIL MOSTRA FORÇA DE CAIQUE E DEVE FAZER DE WALDEMAR E CLAUDIANO OS MAJORITÁRIOS EM ANGELIM

 

 

Pela manifestação popular de três mil pessoas no arrastão da vitória na noite passada em Angelim, cuja convocação foi do prefeito Caíque em prol dos seus candidatos a deputados Waldemar Oliveira (federal) e Claudiano Filho (estadual), percebe-se que o prefeito fará dos dois, os majoritários no município.

A densidade de votos de Caíque é muito alta. 


 

Em Angelim, vários candidatos se apresentam para federal e estadual, porém não alcançam o mesmo patamar de Waldemar e Claudiano, que têm a preferência do eleitorado.

Para Caíque, ter os deputados mais votados na cidade, fortalece o canal do prefeito com a Assembleia Legislativa e a Câmara Federal, facilitando o envio de emendas e recursos para o município.

É bom ressaltar que tanto Waldemar quanto Claudiano têm serviços prestados ao município através de inúmeras emendas parlamentares, o que os credencia a ter a confiança do eleitorado angelinense. 

 

 

TSE lança aplicativo para acompanhar apuração da eleição em tempo real

Também foi criado um app de consulta aos boletins de urna

 

 


 

As eleições acontecem neste domingo (4) e o eleitor vai poder acompanhar em tempo real os resultados das urnas e até conferir os boletins emitidos em cada seção. Os aplicativos “Resultados” e “Boletim na Mão”, da Justiça eleitoral, estão disponíveis para celulares Android e iOS. 

No aplicativo “Resultados”, os dados são atualizados conforme os Boletins de Urna são recebidos e processados pela Justiça Eleitoral. Dá para pesquisar a votação por cargo e candidato e também consultar os votos por estado, município e zona eleitoral.

A ferramenta também traz o número de seções apuradas e a taxa de comparecimento dos eleitores. Ao término da apuração, o aplicativo informa os resultados finais, os votos por partido e os candidatos eleitos ou que vão disputar o segundo turno.

Já o aplicativo Boletim na Mão permite consultar o conteúdo do Boletim de Urna de cada seção e comparar esses dados com os resultados totalizados e divulgados pelo TSE. 

Neste ano, o aplicativo está integrado ao e-Título, o que dispensa baixar outro aplicativo e facilita o compartilhamento de boletins. 

O 1º turno das Eleições 2026 acontece no domingo, e a apuração começa a partir das 17h. Onde houver segundo turno, a votação vai ser no dia 25 de outubro. Toda a apuração também pode ser acompanhada pelo Portal Resultados, do TSE.

 

 

 

ARRASTÃO DA VITÓRIA LOTA RUAS DE ANGELIM COM MAIS DE 3 MIL PESSOAS

 


Angelim viveu um momento marcante na reta final de campanha.

O Arrastão da Vitória tomou conta das ruas ontem, reunindo mais de três mil pessoas em uma grande demonstração de força e união.

Foi um momento de muita emoção, com as ruas cheias, gente abraçando, acenando, dançando, sorrindo, tirando fotos e caminhando junto.

Uma caminhada construída com presença, trabalho e compromisso.

O prefeito Caíque, ao  do deputado Claudiano Filho, vereadores, Bruno Lacraia, Wiliams, Júnior Caldas e Maurílio lideranças e amigos, agradeceu o apoio de todos às candidaturas apoiadas pelo grupo.

"É essa presença, esse diálogo e essa união que nos dão ainda mais responsabilidade para seguir trabalhando por Angelim. 

 

Seguimos juntos, com o Time da Vitória e com muita disposição para continuar essa caminhada", declarou o prefeito Caíque.

Foi um final de campanha feliz e com grande participação popular, mostrando a força do Time da Vitória em Angelim.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

REEPRCUSSÃO NEGATIVA FALTA DE DEBATE NA GLOBO

 


 

 A TV Globo cancelou o debate presidencial previsto para a noite de quinta-feira, 1º de outubro de 2026, a três dias do primeiro turno das eleições. A decisão gerou grande repercussão negativa e críticas de diversos setores políticos e da opinião pública, que lamentaram o fato de o eleitorado ficar sem o tradicional e último confronto de propostas antes da votação. 

O cancelamento ocorreu em decorrência de um impasse jurídico e político envolvendo decisões de última hora dos tribunais superiores e a ausência dos principais candidatos líderes nas pesquisas:
Os Motivos do Cancelamento
Interferência nas Regras: A emissora alegou que decisões de última hora geraram "insegurança jurídica" e feriram a liberdade de imprensa. 
Púlpito Vazio: A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e proibiu a Globo de manter um púlpito vazio com o nome de Lula, regra que havia sido previamente assinada e acordada por todos os partidos. 
Inclusão de Candidato: Paralelamente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a emissora incluísse o candidato Renan Santos (Missão) no debate. 
Desistências em Massa: Lula já havia anunciado que não participaria do debate (optando por conceder entrevista a um podcast no mesmo horário). Após as decisões judiciais e a confirmação da entrada de Renan Santos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) também cancelou sua participação, alegando "censura imposta ao evento pelo TSE". Diante do esvaziamento e da mudança forçada nas regras, a Globo optou por suspender a transmissão. 
A Repercussão Negativa e as Críticas
Prejuízo ao Eleitor: Analistas políticos e eleitores criticaram duramente o cenário, destacando que o eleitor brasileiro acabou sendo o maior prejudicado. Foi ressaltado o fato de que os líderes das pesquisas se recusaram a participar de debates na TV no primeiro turno, o que foi classificado como uma "fuga do diálogo" e falta de transparência. 
Ataques de Candidatos Prejudicados: Os candidatos que compareceriam ao estúdio manifestaram profunda indignação. Renan Santos (Missão) criticou duramente a TV Globo e acusou tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro de "fugirem do confronto" por medo de responder sobre propostas e escândalos políticos. Outros candidatos presentes, como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), também lamentaram publicamente o cancelamento e a perda do espaço democrático. 
Discussão sobre Liberdade de Imprensa: Setores da mídia e defensores da liberdade de expressão endossaram o posicionamento da Globo, criticando a interferência do Judiciário em regras de debates que haviam sido definidas consensualmente meses antes com as próprias coligações.

A PEÇA QUE NÃO HOUVE


 

O pano estava pronto para subir. O Diretor - experiente, de terno, dono do teatro mais famoso do país - montou o cenário com cuidado: quatro cadeiras marcadas, um tapete vermelho, luz forte e, ao centro, um púlpito vazio com um nome escrito: LULA.

Era para ser o grande ato final. O último ensaio antes do público decidir quem fica com o teatro.

Eis que entra em cena o Primeiro Juiz. Não estava no roteiro. Vindo da coxia, ele aponta para o púlpito e diz: "Tirem isso daqui. Esse vazio ofende." 

O Diretor argumenta: "Mas foi combinado com todo o elenco. Todos assinaram que o vazio ficaria ali, para lembrar a ausência."

O Juiz não ouve. O púlpito tem que sair.

Antes que o Diretor se recomponha, entra o Segundo Juiz, pela outra coxia, e empurra um novo ator para o palco: "Ele também tem que entrar, mesmo sem ter sido convidado."

O palco, antes organizado, vira confusão.

É aí que o Ator Principal, que já estava maquiado, olha para o púlpito que foi retirado e grita: "Se não posso falar para a cadeira vazia, eu não vou mais contracenar! Minha arte é livre, minha eleição tem que ser limpa!"

E sai batendo a porta do camarim. 

O Diretor, no meio do palco, com cadeiras vazias, luz acesa e sem atores, entende que não há mais peça. Não há o que mostrar.

Ele então vai até a beira do palco, olha para a plateia lotada e diz: 

"Senhores espectadores, desculpem. Devolvemos o ingresso. Hoje não haverá espetáculo."

E a plateia? 

A plateia - que é o povo - continua sentada no escuro. Veio ver proposta e viu despacho. Veio ouvir futuro e ouviu liminar. Saiu do teatro sem saber o final da história, mas com uma certeza:

Quando os juízes viram diretores e os atores só querem plateia para ofender quem não veio, a peça que morre é a Democracia.

Fim do primeiro ato. 

 

 

 


GLOBO CANCELA DEBATE PRESIDENCIAL


 

A Globo cancelou o debate com candidatos à Presidência que aconteceria na noite desta quinta-feira (1º), às 21h30.

O anúncio foi feito às 20h39 após a emissora receber duas decisões judiciais:

TSE - A ministra Estela Aranha proibiu o púlpito vazio com o nome de Lula e as perguntas direcionadas a ele. A regra havia sido assinada por todos os partidos, inclusive o PT.

STF - O ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate, mesmo o partido tendo apenas um parlamentar. 

Pelas regras, são convidados partidos com 5 ou mais deputados.Já estavam convidados Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Lula (PT) e Romeu Zema (Novo) - este último incluído por decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, na terça (29).

Em nota, a Globo disse que as decisões causam "insegurança jurídica" e "interferência indevida na liberdade de imprensa" e por isso cancelou o debate.