Você vai em direção á Chesf. O Bar não tem nome na fachada do estabelecimento, de tão pobre que é.
Eu conheço, é do amigo Bartó, rico de resenha mesmo sendo “pobre”.
Bar da Pobreza do Bartó: tão pobre que o tira-gosto você traz de casa, mas sai rico de risada. Nota 10 no atendimento do Bartó. Nota 1000 na amizade.
Aqui, freguês é tratado como patrão, mesmo sem gastar 1 real. Bar da Pobreza: entra vazio, sai cheio. Cheio de história pra contar. Em Angelim famoso mesmo é só o Bar da Pobreza do Bartó.
Traga o tira-gosto. Bartó tem a alegria. Negócio fechado. Bar da Pobreza do Bartó: onde a conta é barata, mas a amizade não tem preço. É o que tem o melhor dono no balcão. Porque em Angelim, freguês fiel não larga um bar por causa do tira-gosto.
O sonho de Bartó, é ver o seu Bar subir de divisão, ele que é torcedor do Santa Cruz, fez até uma vaquinha, cada um deu 1 real, juntou o trocado do picolé e contrataram o VOVOZINHA DE CABO VERDE, pro gol.
Agora nem pênalti entra, porque não tem bola pra comprar. Se o Santa tá na série D, o goleiro é série A. É uma verdadeira pobreza em nível Champions. Santa sem dinheiro, Bartó sem tira-gosto. Quem torce Pelo Santa Cruz, bebe fiado.
Marcelo do camarão é freguês do Bar da Pobreza. Se o cara do camarão tá lá, é porque a resenha do Bartó, vale mais que caldo de peixe azedo.
Conselho de Marcos Moura
Meus amigos que frequentam o Bar do Bartó, levem o seu próprio tira-gosto é uma solução mais econômica e prática.
Nosso amigo Bartó não vai lhe cobrar nenhuma taxa, tenho certeza disso, em compensação, beba bastante com moderação. (?)
Olhe, quem leva seu tira-gosto para o Bar da Pobreza, tem status, tem posição elevada na sociedade, e logo, logo, você terá suas mãos postas na calçada da pobreza.
