sexta-feira, 23 de outubro de 2026

ANGELIM SE DESPEDE DO PROFESSOR NEY: CORPO É VELADO NA CÂMARA E SEPULTAMENTO SERÁ NESTE SÁBADO

 

 


O professor Sidney Gregório dos Santos, de 60 anos, natural de Angelim que lecionava em Recife, morreu na tarde desta sexta-feira (23) em decorrência de um infarto.

Os primeiros procedimentos foram verificados na cidade de Garanhuns, onde se sentiu mal. Após receber atendimento no Hospital Dom Moura, ele foi transferido para Recife, mas não resistiu e faleceu nas imediações da cidade de Lajedo.

Professor Ney, homem de dedicada vocação ao ensino, o estimado docente, que permaneceu solteiro ao longo de sua jornada, deixa um legado inestimável de conhecimento e retidão para seus familiares, amigos e gerações de alunos.

De uma família de mais cinco irmãos, professor Ney, recentemente perdeu seu pai Amaro Gregório dos Santos, de tradicional família angelinense.

Professor de Biologia e ex-diretor da Escola Miguel Calado Borba, tem seu corpo velado na Câmara de vereadores de Angelim. O professor Sidney Gregório, recebe homenagem oficial. É reconhecimento do trabalho dele como professor e cidadão.

Seu corpo será sepultado ás 14 horas deste sábado (24) no cemitério São Luiz, na cidade de Angelim.

O Blog Sr Cariri manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do professor Ney, ocorrido na tarde desta sexta-feira (23), vítima de infarto.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com todos os familiares enlutados, em especial com seu irmão Clóvis, amigos, ex-alunos e com toda a classe educacional de Angelim.


 

 

 

DEBATE DA GLOBO HOJE

A checagem hoje vai ser diferente - e é por isso que o debate é tão arriscado para quem mentir.

A Globo confirmou: não vai interromper Lula e Flávio no ar para dizer que é fake. Não vai ter plaquinha de "é mentira" na tela. A checagem será 100% no digital e em tempo real.  

 

Como vai ser: 4 blocos, 21h20 com Tralli na Globo.

- 1º bloco: 6 rodadas sobre regiões do Brasil. 3 min pra cada.

- 2º e 3º: tema escolhido no telão.

- 4º: 8 minutos livres pra cada, fala quantas vezes quiser. É o que decide. 

Regra nova: Nos 3 primeiros blocos, só quem tá falando pode andar. O outro fica preso no púlpito. Foi por causa do Flávio andando atrás do Lula na Band.

A checagem da mentira:

Na TV não vai ter aviso de mentira. 

Vai ser no celular, na hora.

Mais de 30 repórteres do g1 e jornais da Globo vão carimbar ao vivo: FATO, FAKE ou NÃO É BEM ASSIM.

Lupa, Folha e outros também vão checar no YouTube e Instagram.

Mentiu às 21h40 na TV, às 21h43 já tá como FAKE no Zap. 

NÃO ADIANTA PREGAR PARA CONVERTIDO

 

 

 

O tracking de Lavareda que nós mesmo postamos mostra isso com número:

Evangélico e católico já decidiram. 
Entre católicos, Lula perdeu 6 e Flávio ganhou 7. Já está precificado. O voto da igreja está consolidado. Quem é de um lado não vira para o outro por causa de um debate na Globo.

O jogo hoje é outro. É pregar para o incrédulo. E quem é o incrédulo em 2026?

1. O indeciso independente - 37% do eleitorado.
É o cara que está no meio, sem camisa de time. Hoje ele está 54% com Lula e 37% com Flávio, mas já mudou 10 pontos neste segundo turno. Ele não quer saber de versículo ou de ladainha política. Ele quer saber: o que você vai fazer com o preço da carne, com a segurança da minha rua, com o meu emprego de 6x1? Se o debate virar púlpito, ele muda de canal.

2. O ancião - o voto que precisa sair de casa.
O Lavareda mostra: Lula cresceu 3 pontos entre os com 60 anos ou mais. É o único grupo etário onde ele cresceu. E é o grupo que mais falta no dia da eleição por causa de chuva, de doença, de desânimo.Não é o jovem de 20 anos que decide essa eleição. 

O jovem já está mobilizado no TikTok. É o senhor de 68 anos de Angelim, de São João, Capoeiras, é um Marcos Moura é um Roberto Almeida, é um Samuel Salgado, e tantos outros que votaram em Lula em 2022, mas hoje estão em dúvida se saiem de casa no domingo com o sol quente para votar. Ou a senhora de 70 que sempre votou com a família bolsonarista, mas está cansada da briga. 

A conta é simples:
O eleitor convicto já está contado nos 48% a 47%. O que falta para chegar nos 50,5% está na rua, mas desanimado.

Quem conseguir hoje à noite falar para esse senhor, para essa senhora, com calma, sem gritar, sem chamar de ladrão ou de genocida, com proposta de remédio, de aposentadoria, de respeito - esse leva o voto que faz o outro sair de casa no domingo.

O debate de 100 milhões não é para lacrar na rede. É para convencer o ancião a levantar da cadeira no domingo e pegar o ônibus gratuito da Paraíba que você mesmo noticiou.

Pregar para convertido dá like. Pregar para o incrédulo dá voto. 

DEBATE DA GLOBO COM 100 MILHÕES NA FRENTE DA TV: O JOGO QUE PODE MOVER O ÚLTIMO VOTO


 

O Brasil vai parar hoje à noite. Não é exagero. O tracking IPESPE/ABRAPEL divulgado hoje mostra que 70% do eleitorado diz que vai assistir com certeza ao debate da Globo entre Lula e Flávio Bolsonaro. 

Outros 15% talvez assistam. Na conta do sociólogo Antônio Lavareda, são mais de 100 milhões de brasileiros com o controle remoto na mão a dois dias da urna.

Não é o debate que vai eleger o presidente. Nenhum debate sozinho faz isso. Mas em uma eleição com 50,5% a 49,5% nos votos válidos, como mostra o mesmo levantamento, qualquer movimento de 1% vira 2 milhões de votos. 

E é aí que a noite de hoje pesa.

O debate de hoje não fala com o eleitor já convicto. O bolsonarista raiz e o lulista histórico já decidiram. O debate fala com três grupos que o tracking mostra muito bem:

1. O independente. São 37% da amostra. Hoje, 54% deles estão com Lula e 37% com Flávio. Foi o grupo que mais se mexeu neste segundo turno - Lula cresceu 10 pontos nele. É um eleitor que não gosta de gritaria. Se o debate virar tiroteio de ofensas pessoais, como foi parte do debate da Band, ele desliga ou vai para o nulo. Se virar conversa sobre bolso, ele fica.

2. O indeciso que vai votar de todo jeito. 91% dizem que vão votar. O interesse subiu para 71%. Essa gente quer saber de proposta concreta. Economia, segurança, fim da escala 6x1, preço no supermercado. Os temas econômicos somam 34% das preocupações no levantamento, contra 24% de corrupção e crise no STF. Quem falar do bolso do trabalhador com controle emocional leva vantagem. Quem ficar só na agressividade, perde.

3. O fiscal da mentira. Houve quase 1 milhão de assinaturas pedindo checagem ao vivo da Globo. A emissora disse que não vai fazer. Mas as redes vão. Em 2026, o desmentido vem em 5 minutos no WhatsApp, no Instagram, no Threads. 

O candidato que inflar dado econômico ou inventar número pode pagar caro nas 48 horas mais cruciais, quando o eleitor está formando a última impressão.O debate da Band deixou uma pista: 38% acharam que Lula foi melhor, 36% Flávio. Empate. Ninguém ganhou de goleada.Hoje a régua é outra. Não é quem ataca melhor. 

É quem erra menos.O eleitor que vai decidir esta eleição não quer saber quem grita mais alto. Quer saber quem vai fazer a conta virar no fim do mês. E com mais de 100 milhões assistindo, um deslize, uma postura arrogante, uma evasiva mal colocada, vale mais que 10 comícios.Não é a Lei de Gerson. É a lei do último voto. E o último voto, como mostra o tracking de Lavareda, ainda está em movimento.

LAVAREDA: MAIS DE 100 MILHÕES DEVEM ASSISTIR AO DEBATE DA GLOBO HOJE; DISPUTA CHEGA EMPATADA À VÉSPERA DA ELEIÇÃO

 

 

 

Tracking IPESPE/ABRAPEL - divulgado nesta sexta-feira (23/10) mostra Flávio Bolsonaro com 50,5% dos votos válidos contra 49,5% de Lula - empate técnico na reta final

BRASÍLIA - A três dias do segundo turno, a disputa presidencial chega em cenário de empate técnico absoluto. É o que aponta a terceira rodada do tracking IPESPE/ABRAPEL, divulgado nesta sexta-feira (23) pelo sociólogo Antônio Lavareda.

O levantamento confirma a trajetória de aproximação entre os candidatos. Na intenção de voto estimulada, Flávio Bolsonaro (PL) permanece com 48% e Lula (PT) oscila de 46% para 47%. Nos votos válidos, o placar é de 50,5% a 49,5% - diferença de um ponto percentual, dentro da margem de erro. No início do segundo turno, a vantagem era de cinco pontos.

AUDIÊNCIA RECORDE

O dado mais expressivo da rodada é a expectativa para o debate da TV Globo, hoje à noite. Segundo o tracking, 70% dos eleitores afirmam que certamente irão assistir ao confronto, outros 15% admitem que talvez acompanhem. Projetado sobre o eleitorado, o número representa mais de 100 milhões de pessoas.

O interesse é maior entre lulistas (74%) do que entre eleitores de Flávio (69%). "A elevada centralidade atribuída ao debate da Globo na reta final deverá contribuir para desempatar a disputa", avalia Lavareda.

RAIO-X DO ELEITORADO

Na comparação com o segundo turno de 2022, Lula recua de 50% para 47% na estimulada, enquanto o voto bolsonarista avança de 44% para 48%. O movimento mais intenso ocorre entre mulheres (Lula -6, Bolsonaro +6), jovens de 16 a 34 anos (-6 e +6) e eleitores com ensino fundamental (-8 e +8).

Regionalmente, o crescimento bolsonarista se concentra no Sul (+10 pontos) e Sudeste (+5). Lula perde seis pontos entre católicos e no Sul, mas cresce entre eleitores com 60 anos ou mais (+3), com ensino superior (+4) e renda de dois a cinco salários mínimos (+5).

Outro ponto de virada: pela primeira vez neste segundo turno, Flávio apresenta rejeição superior à de Lula - 48% a 47%. O potencial de voto (votaria com certeza + poderia votar) também está empatado: 52% Flávio e 51% Lula.

FIEL DA BALANÇA

O segmento dos independentes, que representa 37% da amostra, surge como decisivo. Neste grupo, Lula lidera com 54% contra 37% de Flávio - um crescimento de dez pontos para o petista desde o início do segundo turno.

Entre os que declaram máxima certeza de comparecimento às urnas - que atinge 91% do eleitorado -, Flávio abre três pontos: 50% a 47%.

CLIMA DA ELEIÇÃO

O interesse pela eleição segue em alta: 71% declaram muito interesse. A avaliação do governo Lula melhora: 45% aprovam e 47% desaprovam, reduzindo o saldo negativo de sete para dois pontos desde a primeira rodada do segundo turno.

A economia segue como tema central. Para 53%, a economia nacional é ruim ou péssima, percentual estável. Já a situação econômica pessoal apresenta melhora: 44% classificam como ótima ou boa, contra 40% na primeira rodada.

No ranking de preocupações, os temas econômicos lideram com 34% (economia, emprego, fim da escala 6x1, fim das bets e Bolsa Família), seguidos por corrupção e crise no STF, com 24%.

O sentimento predominante é a esperança, que cresce pela terceira rodada consecutiva e chega a 50% - com 65% entre eleitores de Flávio. O medo aparece em segundo, com 16%, mas alcança 24% entre lulistas.

Sobre o primeiro debate do segundo turno, na Band, a avaliação foi ligeiramente favorável a Lula: 38% acharam que o presidente teve melhor desempenho, contra 36% que apontaram Flávio. 

 

NÃO É COINCIDÊNCIA PARA FAZER ACUMULAR, NÃO. É O CONTRÁRIO.


 

Mega-Sena 3.073 não tem vencedores e prêmio acumula em R$ 230 milhões; os números sorteados foram: 04, 13, 23, 28, 41 e 58; o próximo sorteio ocorre neste sábado (24) 

1. Por que está acumulando tanto?

Matemática pura. A chance de acertar 6 números com R$ 6 é de 1 em 50 milhões. Quando ninguém acerta, o prêmio vai para o próximo. Não tem dedo da Caixa. Quanto maior o prêmio, mais gente joga, mas a chance continua a mesma. Por isso acumula.

2. Por que essa Mega Semana de 26 a 30 de outubro?

Isso é tradicional da Caixa. Ela faz 3 ou 4 Megas Semanas por ano para aumentar a arrecadação. Nessa semana ela troca o calendário normal (terça, quinta e sábado) e faz sorteio todo dia de segunda a sexta.São os concursos 3076 a 3080, todos às 21h. Aposta continua R$ 6. news.targetw.comEssa Mega Semana agora em outubro já foi pensada para esquentar para a Mega da Virada em dezembro, que começa a vender em novembro.

3. E por que antecipou para sábado (24)?

Por causa do 2º turno da eleição no domingo (25). É lei e tradição: a Caixa não faz sorteio em dia de eleição nacional para não concorrer com a cobertura, não ter lotérica fechada e não ter confusão. Então ela antecipa o sorteio de domingo para sábado.

Então não é para coincidir com a eleição para fazer prêmio maior. É justamente o oposto: ela tira o sorteio do dia da eleição.

Se acumular até essa Mega Semana, aí sim o prêmio vai ficar gigante, porque serão 5 sorteios em 5 dias seguidos e ninguém vai ter tempo de esquecer de apostar. 

O QUE ACONTECEU? CHEGOU A HORA DA VIRADA, A CONTA VIROU

Brasil volta a ter dívida externa maior que reservas após 19 anos; dívida externa líquida ficou positiva em US$ 5,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, segundo o Banco Central, o que significa que o Brasil deixou de ser credor internacional após 19 anos, encerrando uma sequência que sobreviveu à crise de 2008, à recessão de 2014-2016 e à pandemia.

 

O Brasil tem dois números que o Banco Central compara todo trimestre:

1. Reservas internacionais: é a poupança do Brasil em dólar, guardada no Banco Central. Hoje está em torno de US$ 340 bilhões.

2. Dívida externa: é o que o Brasil deve para o resto do mundo - governo, empresas e bancos que pegaram empréstimo lá fora.Desde 2007 o Brasil tinha mais na poupança do que devia. Por isso a gente era chamado de "credor internacional". Sobrevivemos assim à crise de 2008, à recessão de 2014-2016 e à pandemia.

Agora no 2º trimestre de 2026, a conta virou: devemos US$ 5,1 bilhões a mais do que temos guardado. A dívida líquida ficou positiva.

O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

Não significa que o Brasil quebrou. Significa que a nossa margem de segurança diminuiu.

É igual uma família:
Antes você tinha R$ 10mil na poupança e devia R$ 8 mil no cartão. Você ainda tinha R$ 2 mil de sobra. Agora você tem R$ 10 mil na poupança, mas deve R10.100,00. Faltou R$ 100.

Por que isso é importante? 

1 - Dólar mais sensível: Quando a gente é credor, o mercado fica mais tranquilo com o Brasil. Quando volta a ser devedor, qualquer crise lá fora pode fazer o dólar subir mais aqui.

3 -- Juros: O país pode precisar pagar juros maiores para pegar dinheiro emprestado lá fora, porque o risco aumenta um pouquinho.

3 - Sinal de alerta: Mostra que nos últimos 2 anos o Brasil está gastando mais dólares do que está entrando, seja por importações, viagens, pagamento de juros ou empresas mandando lucro para fora. 

O que NÃO significa:

Não é calote, não é que acabou a reserva. A reserva continua gigante, uma das 10 maiores do mundo. Só que a dívida cresceu mais rápido que a reserva.

Por que cresceu? Aí o Banco Central vai detalhar, mas geralmente é combinação de: dólar alto, empresas pegando mais empréstimo fora e menos entrada de investimento estrangeiro.

Para o povo de Angelim, no dia a dia, o efeito direto é pouco. O efeito indireto é: se o dólar ficar mais pressionado, combustível e trigo importado ficam mais caros. 

Portanto, A CONTA VIROU.

No Maracanã, a conta virou do Flamengo para o Estudiantes.

Na política, querem virar a conta do dia 04 para o dia 25.

Na economia, a conta virou de vez - o Brasil voltou a dever mais do que tem.

Chegou a hora da virada. Mas que virada é essa? A gente passou 19 anos com a conta no azul lá fora.

Desde 2007. Aguentamos a crise de 2008 que quebrou banco americano, aguentamos a recessão de 2015, aguentamos a pandemia. Sempre credor.

Agora, no segundo trimestre de 2026, o Banco Central confirma: US$ 5,1 bilhões no vermelho. De credor a devedor.

É o mesmo drible que falamos ontem. No futebol, o time de 40 milhões perde para o que não vale nem 4. 

Na política, a promessa de 40 milhões de votos se confunde com a promessa de 40 milhões em jogador.

Na economia, os 40 milhões viram bilhões que faltam na poupança.

O Mateus foi ao Maracanã pela primeira vez com a camisa que o avô deu e viu a virada do avesso. O torcedor quer virada em campo. 

O eleitor quer virada na urna. E o país acaba de ter a virada na conta.

Por isso esse domingo é tão decisivo. Quando o TSE apitar o fim do jogo às 17h, não vai ser só presidente que vai ser definido. 

Vai ser que virada o Brasil quer: A virada do placar, a virada do voto ou a virada da conta?

A conta virou. Chegou a hora da virada.