segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Nivaldo Paulino da Silva (Codorna) momento de homenagem no Carnaval de Angelim

 

 

O Carnaval de Angelim, neste sábado (14), aberto pelo prefeito Caíque, foi marcado pela emoção, quando o município homenageou seu grande carnavalesco/folião, Nivaldo Paulino da Silva (Codorna). 

"Codorna", no momento que recebeu das mãos do prefeito Caíque o seu troféu, demonstrou grandeza através de sua simplicidade. 

Para o prefeito Caíque, "Codorna é um folião de honra que continua com seu espírito festivo, mantendo uma tradição que é o carnaval de rua de Angelim".

"Codorna" continuou o tempo todo ao lado do prefeito, vibrando  com o que viu. O vídeo a seguir, é uma pequena amostra do festejo momesco, admirado por seu Nivaldo (Codorna).

- Foi um Carnaval de reencontros, de sorrisos sinceros, de abraços apertados e de um povo que sabe celebrar a vida com intensidade.

- Douglas Felipe encantou, Diego Vumbora incendiou o público com sua energia contagiante, e Aldair Playboy trouxe todo o seu swing e irreverência, transformando a noite em um verdadeiro espetáculo. 


 Foto e vídeo

Fagner Mendes 

 


 

 

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Sr. Cariri informa

 

O presidente Lula com o estandarte da escola Acadêmicos de Niterói.
 

Lula será homenageado na Sapucaí

 

Pelo segundo ano consecutivo, os desfiles do Grupo Especial do carnaval do Rio serão divididos em três noites de apresentações. O primeiro dia de apresentações é no domingo, 15 de fevereiro. A segunda noite será na segunda-feira, 16; e o encerramento, na terça-feira, 17. 


Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial de 2026:

Domingo (15 de fevereiro):
  1. Acadêmicos de Niterói - 21h45
  2. Imperatriz Leopoldinense - entre 23h20 e 23h30
  3. Portela - entre 0h55 e 1h15
  4. Estação Primeira de Mangueira - entre 2h30 e 3h


Segunda-feira (16 de fevereiro):
  1. Mocidade Independente de Padre Miguel - 21h45
  2. Beija-Flor de Nilópolis - entre 23h20 e 23h30
  3. Unidos do Viradouro - entre 0h55 e 1h15
  4. Unidos da Tijuca - entre 2h30 e 3h

Terça-feira (17 de fevereiro):
  1. Paraíso do Tuiuti - 21h45
  2. Unidos de Vila Isabel - entre 23h20 e 23h30
  3. Acadêmicos do Grande Rio - entre 0h55 e 1h15
  4. Acadêmicos do Salgueiro - entre 2h30 e 3h

 

 

 

CARNAVAL DE RUA EM ANGELIM - SÁBADO DE ZÉ PEREIRA, "SUPER MÁGICO"

 

Prefeito Caíque saudando os foliões

 

Na administração do prefeito Caíque, pelo segundo ano consecutivo, depois de 30 de paralisação, a cidade voltou para as ruas, neste sábado de Zé Pereira, realizando um grande Carnaval.

O encontro das famílias, amigos e visitantes ocupando as ruas pra celebrar a cultura que é do povo, foi marcante em meio a uma grande multidão de foliões no centro da cidade.

O prefeito Caíque segue defendendo o Carnaval bem democrático e juntamente com a Prefeitura e Secretaria de Cultura, proporcionou segurança, organização e boa estrutura.

O Bloco do Munguzá do Galeguinho, foi um sucesso. Animou os foliões e ofereceu munguzá para dar energia e muito frevo até tarde da noite.

 

De acordo com a programação anunciada para o Carnaval 2026, todos os artistas compareceram cumprindo a agenda garantindo os shows. E tivemos um carnavalesco angelinense sendo homenageado.

Carnaval em Angelim vale a pena ser realizado e a avaliação do evento carnavalesco foi positiva em todos os segmentos.


 

Quando o prefeito decidiu resgatar o Carnaval de Angelim, foi pensando em investir nessa festa tradicional, e o exemplo está aí, consolidou. Melhora a vida da população, oferecendo opções de lazer e bem-estar aos angelinenses.

Marquinhos Alexandre, Secretário de Cultura demonstrou sua satisfação ao dizer que foi um “Carnaval Super Mágico, toda família participou desde a criança até o idoso".

Em pleno Carnaval o prefeito Caíque, anunciou duas grandes atrações para a festa de São José dia 19 de março. Léo Magalhães e Edson Gomes. 



 






Fotos - Fagner Mendes

Com informes

João Neto 

 

 

 

 



Fim dos pedreiros? Bairro inteiro é construído por impressoras 3D gigantes, ergue casas em apenas 24 a 48 horas com concreto especial Lavacrete e usa só 3 operadores no Texas


 

Bairro no Texas usa impressoras 3D gigantes para erguer casas com concreto especial, reduzir resíduos e acelerar a construção civil.


Tecnologia de impressão 3D cria bairro inteiro no Texas com promessa de reduzir desperdícios, acelerar obras e mudar padrão da construção civil nos Estados Unidos. Projeto une construtora tradicional e startup de inovação para testar escala industrial em moradias permanentes.
 

Um bairro com casas “impressas” por robôs gigantes saiu do protótipo e virou obra em escala residencial no Texas, nos arredores de Austin, com a promessa de reduzir desperdícios e simplificar etapas tradicionais da construção.

O empreendimento, conhecido como Genesis Collection no condomínio Wolf Ranch, fica em Georgetown, a cerca de 50 quilômetros de Austin, e reúne 100 casas térreas erguidas com sistema industrial de impressão 3D, em parceria entre a construtora Lennar e a empresa de tecnologia ICON.

Embora o título que circula nas redes fale em paredes prontas em 24 a 48 horas, o acompanhamento do canteiro mostra que, nesse bairro, a etapa de impressão do conjunto de paredes pode levar semanas por casa, antes da finalização completa.


O que está sendo construído nos arredores de Austin

No Wolf Ranch, a impressão 3D não entrega uma casa inteira do começo ao fim, mas produz o sistema de paredes em concreto extrudado, enquanto fundação e cobertura seguem métodos convencionais adotados no mercado imobiliário norte-americano.

As casas são térreas, com três ou quatro quartos, e foram colocadas à venda em faixas que ficaram entre aproximadamente US$ 450 mil e perto de US$ 600 mil, segundo informações divulgadas durante a comercialização do projeto.

Parte do apelo está na repetibilidade do processo

Bairro no Texas usa impressoras 3D gigantes para erguer casas com concreto especial, reduzir resíduos e acelerar a construção civil.

O bairro foi planejado com diferentes plantas e variações de fachada, mantendo um método produtivo semelhante que ajuda a reduzir retrabalho e padronizar a execução das paredes.

Como funciona a construção com impressoras 3D gigantes

Em vez de tijolos e argamassa aplicados manualmente, o equipamento deposita, camada a camada, um composto cimentício por meio de um bico extrusor, seguindo um percurso programado digitalmente.

Esse processo cria uma textura estriada característica do método e transforma o arquivo arquitetônico em paredes físicas com precisão automatizada.

A ICON descreve o sistema Vulcan como tecnologia de construção aditiva capaz de imprimir estruturas amplas sem necessidade de reposicionamento constante do equipamento.

Nesse fluxo, o software BuildOS atua como ponte entre projeto e obra, preparando os arquivos para impressão e comandando o hardware no canteiro com monitoramento integrado.

A promessa de operação com equipes reduzidas aparece associada às novas gerações de máquinas, que funcionam com número menor de trabalhadores em comparação aos canteiros tradicionais.

Lavacrete e resistência a furacões e eventos extremos

O material utilizado na extrusão, chamado Lavacrete, é descrito pela empresa como um concreto de alta resistência desenvolvido para fluir pela impressora e solidificar rapidamente sem perder estabilidade estrutural.

Segundo a ICON, o sistema de paredes teria superado exigências de projeto previstas em códigos de construção, ampliando a margem de segurança estrutural.

No caso de furacões, a empresa afirma que o sistema passa por ensaios padronizados e pode resistir a ventos de até 250 milhas por hora em condições de teste.

Em relação a terremotos, a companhia informa que adapta o sistema para atender requisitos regionais, inclusive demandas sísmicas, conforme a área de atuação.

Velocidade, resíduos e limites da automação

A ideia de imprimir paredes em 24 horas ajudou a popularizar a tecnologia nos primeiros anos de divulgação do método.

No bairro do Texas, porém, o ritmo observado indica prazo mais longo para concluir a impressão por unidade, ainda que o processo possa ocorrer em paralelo a outras etapas da obra.

A redução de resíduos é um dos argumentos centrais da construção aditiva, já que a deposição segue o traçado do projeto com menos sobras comuns na alvenaria convencional.

Mesmo com automação avançada, telhados, portas, janelas, instalações elétricas e acabamentos continuam sendo executados por métodos tradicionais.

Isso significa que a impressão 3D concentra-se principalmente nas paredes, e não elimina completamente as demais fases do cronograma construtivo.

Impressão 3D e crise de moradia nos Estados Unidos

A aposta em obras automatizadas cresceu junto com o debate sobre falta de moradias no país, onde diferentes estudos apontam déficit de alguns milhões de unidades habitacionais.

Estimativas recentes colocam o déficit em torno de 3,8 milhões a quase 5 milhões de residências, dependendo da metodologia considerada.

Ainda assim, o caso do Wolf Ranch indica que, mesmo com paredes impressas, o preço final permanece alinhado ao padrão de mercado local, influenciado por fatores como terreno, regulamentação e financiamento.

No plano empresarial, a construtora envolvida já sinalizou interesse em expandir empreendimentos semelhantes, sugerindo continuidade do modelo com ajustes operacionais.

Com essa experiência, a impressão 3D entra em fase mais operacional e menos experimental, em que desempenho real, certificações e custos passam a ser avaliados com maior rigor.

Se os robôs já conseguem mudar o jeito de erguer paredes em um bairro inteiro, o que ainda falta para essa lógica virar regra na habitação e não apenas um experimento em regiões valorizadas?