quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

NOVO CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ANGELIM



A partir do início da administração do prefeito Caíque, a Prefeitura tem oferecido vários cursos gratuitos, que são focados na qualificação profissional dos angelinenses.

A escola de Corte e Costura foi inaugurada no início desta, semana, tornando-se mais um centro de capacitação profissional. Hoje, (26) o prefeito em reunião com dirigentes da plataforma Capacita Brasil, formou parceria e anunciou a realização de um novo curso, o de Máquinas Pesadas.

O prefeito Caíque que é engenheiro, oriundo do setor elétrico, sabe da necessidade de capacitar trabalhadores para atender a demanda de vários setores produtivos.

O gestor sempre diz que Angelim precisa de cursos de reciclagem, aperfeiçoamento, para as pessoas acompanharem a modernização e as oportunidades estão surgindo, nosso governo possibilita isso para todos.
 
Para Caíque - A iniciativa tem como objetivo capacitar jovens e trabalhadores angelinenses, preparando-os para o mercado de trabalho e ampliando as possibilidades de emprego e renda, especialmente nos setores da construção civil, agricultura e infraestrutura. "Não esperamos passivamente as coisas acontecerem, realizamos logo". Expressou o prefeito de Angelim, Caíque.

Vagas existem, porém, para profissionais qualificados. Diante dessa sua iniciativa, Caíque acrescentou que os cursos são gratuitos e não exigem a Carteira Nacional de Habilitação, nas diversas modalidades. Escavadeira Hidraúlica, Motoniveladora, Trator Agrícola, Pá Carregadeira, Retroescavadeira e Empilhadeira.
 
 

 

Serviço 

Curso Máquinas Pesadas/gratuito

Ministrado: Capacita Brasil

Inscrições: 9,10 e 11 de março

Presencial: Sala do Empreendedor ou

CHAT.WHATSAPP.COM 

 


 
 




































quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

FERNANDO BEZERRA É SÓCIO OCULTO DE CONCESSIONÁRIA USADA PARA LAVAGEM





A Polícia Federal (PF) afirma que o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e o filho dele, o deputado federal Fernando Coelho Filho (União-PE), eram sócios ocultos, ou seja, os “verdadeiros donos”, de uma concessionária de carros em Petrolina e Caruaru, em Pernambuco, usada para vultosas operações de dinheiro em espécie e recebimento de valores de terceiros.

A informação consta em trecho do decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a PF a deflagrar a operação Vassalos, que tem entre os alvos Fernando Bezerra Coelho, mais os filhos dele: Fernando Coelho Filho e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.

Os três são suspeitos de integrarem uma organização criminosa que teria montado um esquema para direcionar contratos públicos, desviar recursos de emendas parlamentares e lavar dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

Sobre a concessionária Bari Automóveis, que comercializa automóveis fabricados pela Jeep, Flávio Dino escreveu: “Outras comunicações de operações suspeitas, as quais revelaram que a BARI tem por hábito realizar vultosas operações financeiras em espécie, muitas delas em valores fracionados, além de direcionar repasses a pessoas físicas destituídas de renda compatível, todos indicativos da tentativa de ocultar a origem e o destino do patrimônio”.

Segundo os investigadores, a empresa teria sido uma das “recebedoras de valores pagos por terceiros com destino a Fernando Bezerra Coelho”. A PF identificou mensagens que revelam que pai e filho frequentavam o estabelecimento, se envolviam diretamente na venda dos veículos e tinham acesso aos balancetes da firma.

Procurada pela reportagem, a defesa do ex-senador e do deputado federal afirmou que ainda estão analisando as decisões do ministro Flávio Dino.
 
M metropolespolitica 



PF teria pedido afastamento do deputado Fernando Filho do cargo

 



De acordo com o site Metrópoles, a Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o afastamento do deputado federal Fernando Filho (UB) no âmbito da Operação Vassalos. O pedido, no entanto, foi negado pelo ministro Flávio Dino, relator do caso na Corte.

Além do afastamento do mandato, a PF também solicitou outras medidas cautelares contra Fernando Filho, como o impedimento de participar de processos licitatórios, a interceptação telefônica e a quebra de sigilo bancário. Todas as solicitações foram rejeitadas por Dino.

A Operação Vassalos foi deflagrada nesta quarta (25) para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos relacionados a recursos públicos, além de fraudes em licitações. O ex-senador Fernando Bezerra Coelho e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, também são investigados.

Blog 

Sou Agreste 


Por unanimidade, o STF condena Irmãos Brazão como mandantes do 'Caso Marielle'




A Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, condenar os irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão por planejar e mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro. Votaram a favor os integrantes da Turma: ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, presidente da Turma.

Rivaldo Barbosa, condenação parcial


A maioria dos ministros concordou parcialmente com a denúncia da Procuradoria Geral da República. A única divergência foi em relação ao o ex-delegado da Polícia Civil Rivaldo Barbosa. Ele foi absolvido do crime de homicídio qualificado por "dúvida razoável", mas acabou condenado por corrupção passiva e obstrução de justiça, por ter recebido dinheiro da milícia para atrapalhar as investigações.
 

Ministros e PGR

Para os ministros, as provas reunidas ao longo do processo confirmam a participação de cada acusado nos crimes apontados pela Procuradoria Geral da República, PGR. De acordo com a Procuradoria, a execução foi motivada pela atuação política da vereadora para atrapalhar interesses dos irmãos Brazão, entre eles, a regularização de áreas comandadas por milícias no Rio de Janeiro. Segundo a PGR, não há dúvida de que os irmãos Brazão foram os mandantes dos crimes. Em sua manifestação, Moraes destacou a motivação política do crime e também ações de queima de arquivo que, segundo o ministro, são caracterizadas pela atuação de milícias.
Falou a ministra, irmã de Marielle Franco: "Não tem celebração"

A ministra de Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle Franco, afirmou que resultado do julgamento na Primeira Turma do STF é um grande passo. "Não tem celebração, mas, eu diria, afirmação do que a gente lutado durante os últimos oito anos. Acho que os votos foram fortes. Acho que tiveram falas muito importantes principalmente direcionadas à violência política, gênero e raça, que acho que esse é um ponto que a gente precisa pegar", afirmou. "Mas eu confesso que Justiça mesmo seria a Mari estar aqui, mas, hoje, a gente deu um grande passo. Que isso sirva de exemplo para muitas pessoas, que não existe impunidade para nenhum crime", prosseguiu. A ministra também destacou as frases dos ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia, que seguiram integralmente o voto do relator, Alexandre de Moraes. Dino, quando disse que o crime foi mal investigado, e Cármen Lúcia que cobrou Justiça para que outras famílias não passem pelo mesmo sofrimento que a família de Marielle. "Acalenta saber que a luta da gente chegou a oito anos depois com as respostas que estamos tendo aqui hoje", prosseguiu. 
 

 

 

LARA CAVALCANTI QUESTIONA O USO DO DINHEIRO PÚBLICO, "TODAS AS DENÚNCIAS SEJAM ESCLARECIDAS COM TRANSPARÊNCIA"






Em Petrolina, pré-candidata a deputada estadual, Lara Cavalcanti, comentou publicamente os desdobramentos da Operação Vassalos, investigação conduzida pela Polícia Federal que apura um suposto esquema envolvendo cerca de R$ 75 milhões em emendas parlamentares. Segundo as autoridades, os valores investigados seriam recursos que deveriam ser destinados a áreas essenciais como saúde, educação, saneamento e infraestrutura urbana.

Durante sua manifestação, Lara Cavalcanti questionou o uso político do dinheiro público e defendeu que todas as denúncias sejam esclarecidas com transparência. Ela afirmou que, caso irregularidades sejam confirmadas, é necessário que haja responsabilização dos envolvidos, ressaltando que recursos públicos não pertencem a grupos políticos ou familiares, mas à população que paga impostos.

A Operação Vassalos ainda está em fase de investigação e não há condenações até o momento. O processo segue sob análise das autoridades competentes, que devem aprofundar as apurações para verificar se houve desvio ou uso indevido das emendas.

Lara também destacou que investigações desse porte não podem ser tratadas com normalidade pela sociedade, apontando problemas enfrentados pela população, como filas na saúde e falta de saneamento básico, como exemplos de demandas que deveriam receber prioridade no uso dos recursos públicos.

A reportagem segue acompanhando o andamento das investigações e aguarda novos posicionamentos oficiais das autoridades responsáveis pelo caso.
 
Fonte:
BS - eleiçõesbrasilsertao 

Operação da PF atrapalha pretensões de Miguel Coelho ao Senado



A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta (25), a Operação “Vassalos”, com o objetivo de investigar supostas fraudes e desvios de emendas parlamentares. Integrantes da família Coelho foram alvos da investigação, entre eles o pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (UB), filho do ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

A repercussão da operação surge em um momento estratégico do calendário político e pode impactar diretamente as pretensões de Miguel Coelho na disputa por uma vaga ao Senado. Seu nome vem sendo considerado para compor chapas majoritárias encabeçadas pelos principais pré-candidatos ao Governo de Pernambuco, a exemplo de João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD).

Miguel vinha aparecendo bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto ao Senado, sempre que incluído nos levantamentos. As conversas para formação de alianças estavam em andamento, com maior alinhamento ao projeto de João Campos. Por outro lado, a governadora Raquel Lyra, que também busca fortalecer sua base com o apoio do União Progressista, declarou recentemente que dialogou com o ex-prefeito de Petrolina, mas evitou detalhar o estágio das negociações.

Com o avanço das investigações, o cenário político pode sofrer reconfigurações, influenciando a definição das chapas majoritárias e o espaço de Miguel Coelho na corrida eleitoral deste ano.


 

Polícia Federal mira família Coelho em Petrolina por desvio de recursos públicos a partir de emendas parlamentares

 




 
A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quarta-feira (25), 42 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da Operação Vassalos, que investiga o desvio de emendas parlamentares em Petrolina, no Sertão do São Francisco.

De acordo com as primeiras informações, entre os apontados no envolvimento do esquema de desvio estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) e seus filhos, Fernando Filho e Miguel Coelho, ex-prefeito da cidade por dois mandatos e pré-candidato ao Senado Federal.
Investigação e alcance da operação

Além de Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e o Distrito Federal são citados no escopo da operação, que investiga crimes de peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em licitações, com suspeita de direcionamento de contratos para empresas ligadas à família Coelho.

O empresário Pedro Garcez e sua empresa, a Liga Engenharia, também são investigados por suposta participação. A Liga Engenharia — teria relações com Bezerra Coelho e seria dirigida por familiares dos parlamentares, de acordo com a PF.


Em linhas gerais, a operação ocorria por meio de uma organização criminosa, que supostamente direcionava licitações para empresas vinculadas ao clã Coelho. Com os recursos das emendas parlamentares, eram feitos pagamentos de vantagens indevidas e a ocultação de patrimônio.

André Callegari, defesa do ex-senador FBC e seus filhos, afirmou que ainda não teve acesso à íntegra da decisão do ministro Flávio Dino e argumentou que os mandados ocorrem desacompanhados dos fundamentos que embasaram as medidas cautelares.