sexta-feira, 29 de maio de 2026

Entenda o que muda com a classificação do CV e PCC como organizações terroristas pelos EUA

 

Além de permitir o governo americano adotar medidas financeiras e operacionais contra os grupos, amplia instrumentos de inteligência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos para o combate
 
As facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) serão classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos, segundo anunciado pelo secretário de Estado Marco Rubio, nesta quinta-feira. Com a mudança, o governo americano poderá adotar medidas financeiras e operacionais contra os grupos, restringir a migração de integrantes e aqueles considerados associados, além de ampliar o uso da inteligência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos para o possível combate às facções.


Em nota publicada por Rubio, os EUA afirmam que os grupos são "duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil". PCC e CV foram classificados como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs, na sigla em inglês), segundo o texto. Eles devem ainda receber a classificação de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs) partir de 5 de junho de 2026.


"Juntos, eles comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. A sua influência e redes ilícitas estendem-se muito além das fronteiras do Brasil, através da nossa região e do nosso país", diz o anúncio do Departamento de Estado.


O que muda com a nova classificação?


Permite ao governo americano adotar medidas legais, financeiras e operacionais específicas contra o grupo enquadrado;
Autoriza bloqueio de ativos financeiros, proibição de transações e restrições migratórias contra integrantes ou associados;
Torna crime, nos Estados Unidos, qualquer forma de apoio material ao grupo, incluindo dinheiro, treinamento, serviços ou fornecimento de equipamentos;
Amplia o uso de instrumentos de inteligência e das capacidades operacionais do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, inclusive em ações unilaterais, dependendo da forma de aplicação da legislação.

A classificação FTOs, que deve começar a valer a partir de junho, é feita pelo secretário de Estado e diz respeito a grupos estrangeiros. A designação torna ilegal para "uma pessoa nos Estados Unidos ou sujeita à jurisdição dos Estados Unidos" fornecer "apoio material ou recursos" à organização. Instituições financeiras americanas que tomem conhecimento de gerirem fundos de interesse de uma FTO tornam-se obrigadas a "reter a posse ou o controle sobre os fundos e reportar os fundos ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA".

Já a classificação de SDGT, que já está valendo para os dois grupos criminosos, foi instituida pelo ex-presidente americano George W. Bush em setembro de 2001, após os ataques da Al-Qaeda às Torres Gêmeas. A designação é administrada pelo Departamento de Estado e pelo Departamento do Tesouro dos EUA, tendo foco financeiro e podendo atingir indivíduos.

A partir da classificação, todas as propriedades dos alvos que estejam nos EUA são bloqueadas. Americanos ou pessoas dentro do país ficam proibidas de fazer "qualquer transação ou negociação (...) envolvendo bens ou interesses em bens bloqueados". Isso inclui "o fornecimento ou recebimento de qualquer contribuição de fundos, bens ou serviços para ou em benefício de indivíduos ou entidades designados."

O anúncio foi feito após o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro retornar de viagem aos Estados Unidos, onde se encontrou com o presidente Donald Trump e integrantes da cúpula do governo americano, como o vice-presidente J.D Vance e o próprio Rubio. Em março, o jornal americano The New York Times afirmou que Eduardo e Flávio Bolsonaro pressionavam o governo americano para adotar a designação.


Ao longo dos últimos meses, o governo brasileiro empreendeu esforços para evitar que os Estados Unidos optassem pela classificação. No entendimento das autoridades brasileiras, a decisão pode implicar em um risco à soberania do país, e o assunto foi tema de conversas entre o ministro das Relações Exteriories Mauro Vieira e Rubio. Após se encontrar com Trump na Casa Branca no início de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em coletiva de imprensa não ter discutido o tema diretamente com o líder americano.

O governo brasileiro defende que o combate ao crime organizado deve ocorrer pela via da cooperação entre os dois países, com compartilhamento de informações e ações coordenadas. Em abril, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que a Receita Federal e o U.S. Customs and Border Protection (CBP), agência de fronteiras dos Estados Unidos, firmaram um acordo de combate ao crime transnacional.


'Problema bem mais complexo'


Após o governo americano divulgar a nota, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) disse que considera a classificação "decisão soberana do governo norte-americano", mas lamenta que o tema "tenha sido capturado pela disputa eleitoral" e acrescenta que a medida foi "incentivada como solução de um problema bem mais complexo, sem considerar os riscos de saídas unilaterais de outras nações para uma economia do porte da brasileira".

Para o pesquisador e especialista em Segurança Pública Roberto Uchôa, a classificação já era prevista e se insere no contexto recente de pressões geopolíticas americanas sobre países da região. Ele avalia, no entanto, que a adoção do termo para se referir aos grupos criminosos brasileiros não é adequada por se tratarem de organizações voltadas ao lucro.

— Isso já aconteceu com a Colômbia, com a Venezuela, com o México — diz Uchôa, citando casos de países onde facções também passaram a ser tratadas como terroristas pelos EUA — Isso não faz sentido, pois, apesar de PCC e CV serem organizações que atuam com violência, com controle de território, infiltrações e mercados, elas são voltadas para o lucro. Elas não são voltadas para derrubar o Estado de direito ou para lutar contra o Estado brasileiro como um todo, muito menos movidas por questões políticas, ideológicas ou religiosas.

Ghunter Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, explica que “neste momento a classificação não tem impacto direto na soberania do Brasil”, mas nas instituições financeiras que atuam no mercado americano.

— Eu não vejo (possibilidade) de nenhuma ação militar contra essas organizações aqui no Brasil porque o Brasil não é um país pequeno, um país qualquer. Vejo o sistema financeiro nosso tendo as maiores consequências — explicou o especialista.

As instituições financeiras brasileiras que atuam nos EUA terão, segundo o professor, que “ter um cuidado redobrado de quais são os seus clientes” e ele pontua que o anúncio da classificação vem no dia de mais uma operação da Polícia Federal no mercado financeiro, o Carbono Oculto. A ação, para Rudzit, mostrou o quanto as fintechs “estão ligadas ao crime organizado, principalmente o PCC”.

A medida abre precedente para o uso de instrumentos jurídicos, econômicos e até militares de combate ao terrorismo contra essas oganizações por parte dos Estados Unidos, segundo Guilherme Casarões, Professor da Florida International University.


— Ela não traz nenhuma solução concreta para lidar com as facções, mas abre a possibilidade de uma interferência unilateral dos EUA em território brasileiro — defendeu Casarões.

O especialista diz que “não há muito a ser feito”, mas afirma que o caminho é negociar diplomaticamente as circunstâncias da atuação.

Segundo o especialista em Relações Internacionais e pesquisador da Uerj Jhonattan Mattos, em razão desde o início da "Guerra ao Terror" nos anos 2000, os EUA desenvolveram meios para monitorar todos os ativos em dólar no sistema internacional, bem como transações de empresas.

— As empresas brasileiras podem ser taxadas de financiadores do terrorismo e ficarem restritas no mercado internacional. Por fim, em última instância, podem usar desse status para declarar uma invasão em nome do combate ao terrorismo — diz Mattos.


O pesquisador defende que decretar essas organizações como terroristas “nos coloca em uma situação de vulnerabilidade”, podendo os Estados Unidos “intervir em nossos assuntos internos.
 
Por que posto de gasolina?

Facções usam posto pra 3 coisas:

Lavar dinheiro vivo - Droga gera muito dinheiro em espécie. O posto declara venda de combustível que não existiu e "esquenta" o dinheiro no caixa.

Misturar com negócio legal - O posto de fato vende gasolina, então fica difícil separar o lucro limpo do sujo Logística - Abastece frota de carros roubados, caminhões do tráfico, barcos e aviões.

 

Fonte - O Globo 

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

FESTIVAL DO CUSCUZ EM ANGELIM TEM APOIO DE EMPRESA DE SERGIPE

 Por Roberto Almeida - Jornalista

 


Está acontecendo no município de Angelim, neste final de mês, o Festival do Cuscuz. 

O evento tem atrações musicais de peso, como Roberta Miranda, Vicente Nery, Toque 10 e Wesley Safadão.

A festa tem as digitais do deputado federal Fernando Rodolfo, mas de acordo com o que está no Google o evento é uma realização da Associação do Desenvolvimento Rural do Agreste (ASDRA).

Entidade tem sede em Garanhuns, no Sítio Lages.

A Associação não tem obrigação de divulgar o valor dos cachês cobrados pelos artistas.

Assim, não se sabe quanto Wesley Safadão vai receber pela apresentação em Angelim.

Ele tem cobrado entre R$ 1 milhão e 300 mil e R$ 1 milhão e 500 mil por show.

Safadão ficou de fora do Festival de Inverno de Garanhuns, este ano, porque o prefeito Sivaldo Albino não concordou em pagar R$ 1 milhão e 400 mil que o artista queria.

Roberta Miranda recebe em torno de R$ 300 mil por apresentação e Matheus & Kauan, entre R$ 700 e 750 mil.

A banda Toque 10, que também está na programação, cobra entre R$ 300 mil e R$ 600 mil.

Apesar do Festival do Cuscuz ser em Angelim, nenhuma empresa da cidade está bancando o evento.

PATROCÍNIO

O Grupo Maratá, da cidade de Lagarto, no estado de Sergipe, aparece como principal patrocinador do Festival do Cuscuz, que terá apoio também do governo do estado.

Em 2025 o empresário Esberaldo Salgado, proprietário de fábricas que produzem massa de cuscuz, apoiou o festival, mas este ano preferiu ficar de fora.

Uma pessoa muito próxima de Esberaldo, ex-vice-prefeito de Angelim, disse que o empresário se afastou politicamente do deputado Fernando Rodolfo.

"Eles romperam politicamente e Esberaldo vai apoiar as candidaturas de Álvaro e Gabriel Porto", revelou.


*Foto: Garanhuns Eventos

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Angelim realiza maratona e ações de conscientização contra abuso infantil e forma Judocas

Registramos atividades da Secretaria Municipal de Assistência Social de Angelim
 
 


Maio laranja é um mês dedicado a uma grande campanha de conscientização que se propõe a discutir e combater o abuso e exploração sexual infantil no Brasil.
 
Em Angelim, mais de duzentas pessoas de todas as idades fizeram bonito ao participar de uma pequena maratona pelas ruas da cidade.
 
Foi um momento de união e de participação da comunidade em defesa das crianças e dos adolescentes.


Já o 18 de maio foi celebrado pelo serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do governo de Angelim, com palestras para os pais sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes. 
Após as palestras crianças que participam da turma de balett subiram ao palco para apresentações. À tarde as apresentações continuaram com outras turmas.
 
As atividades não pararam por aí
 
Foi um dia de muita alegria e gratidão!
Evento bastante prestigiado, o prefeito Caíque, de Angelim faz entrega de roupão longo para a prática de judô.
"Realizar a entrega dos kimonos para os nossos novos judocas é mais do que incentivar um esporte, é investir em sonhos, disciplina, respeito e no futuro da nossa juventude.
 
É emocionante ver cada criança e jovem dando seus primeiros passos no judô, com brilho nos olhos e vontade de vencer. Em Angelim, tem judô de qualidade, feito com dedicação, compromisso e amor pelo esporte!
Seguimos acreditando que o esporte transforma vidas, ensina valores e constrói campeões dentro e fora dos tatames". Declarações do prefeito  Caíque, também registradas em suas redes soicias.
 
Em tempo 
 
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) é um programa da Proteção Social Básica do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Ele oferece atividades em grupo (culturais, esportivas e de lazer) para prevenir situações de vulnerabilidade social e promover a autonomia e o protagonismo de crianças, jovens, adultos e idosos.
 
Fique sabendo 
 
No Brasil, 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A data faz parte da campanha "Maio Laranja" e foi instituída para lembrar o trágico Caso Araceli — uma menina de 8 anos sequestrada e assassinada em 1973. O objetivo é mobilizar a sociedade para proteger os jovens e incentivar denúncias.
 

PORTAS ABERTAS: A força da articulação de Angelim em Brasília, no Governo Caíque

Com trânsito em Brasília, prefeito Caíque coloca Angelim na rota dos grandes investimentos
 
Baseado em texto do jornalista Marcelo Jorge, publicado no seu Blog do mesmo nome 

 
Governar um município do interior pernambucano vai além da coragem administrativa. Exige presença política, capacidade de articulação e trânsito nos corredores onde as decisões acontecem.

E em Brasília, entre os 513 gabinetes da Câmara Federal e os espaços estratégicos do Senado e dos Ministérios, o prefeito de Angelim, Caíque, tem mostrado que sabe exatamente quais portas bater — e quais já estão abertas para o município.

Com estilo discreto mas extremamente eficiente, o jovem gestor consolidou uma relação sólida com lideranças políticas e institucionais da Capital Federal. Sem alarde e com resultados visíveis, Caíque ocupa espaços importantes e coloca Angelim em destaque nas pautas nacionais voltadas aos municípios.

Oriundo da iniciativa privada e com perfil técnico de engenheiro, o prefeito dá continuidade ao legado administrativo iniciado por Douglas Duarte, que impulsionou uma nova fase política em Angelim. Caíque, conhecido como “Galeguinho”, transformou proximidade política em conquistas administrativas. 

 
A sintonia com o deputado federal Waldemar Oliveira, o “Dema”, exemplifica essa relação. Nos gabinetes da Câmara, nos corredores do Senado ou em encontros reservados, Caíque já não chega como visitante: chega como gestor reconhecido, ouvido e respeitado.

Essa credibilidade abriu caminhos no Palácio do Planalto, em Ministérios e em órgãos federais estratégicos. De lá começam a surgir ações e investimentos inéditos para Angelim. 
 


Na recente Marcha dos Prefeitos, o prefeito demonstrou mais uma vez sua capacidade de articulação. Foi a Brasília levando projetos e reivindicações do povo angelinense. Retorna com conquistas, investimentos e novas perspectivas.

É um “peso político” que se converte em desenvolvimento. Porque cada agenda cumprida representa mais oportunidades e a presença de Angelim no centro das grandes decisões nacionais.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Sumé: Segura o chapéu que a história é boa demais da conta, meu povo!



 
Lá em Sumé, na Paraíba, tem um homem que é oito em um: é Murilo Barros!
Êita, professor arretado! O homem formou foi duas filhas médicas — e quem tem filha médica hoje em dia sabe que é quase ganhar na loteria duas vezes!
 
Mas Murilo não para não, visse? Ele é escritor, professor, empresário, comentarista, servidor público, rezador, analista de sistemas e programador! Se duvidar, ainda faz bolo e conserta geladeira no tempo livre! E ó, presta atenção nessa:
 
Murilo foi a QUINTA pessoa do mundo a programar o computador Nettus Doctttus II! O mesmo Nettus que, dizem as más línguas, foi usado na Segunda Guerra Mundial! Agora o bicho tá tão valioso que o IRÃ e os ESTADOS UNIDOS tão num leilão pra ver quem leva.
 
Quem ficar com o Nettus, ganha a guerra. É mole? Murilo é patrimônio de Sumé, patrimônio da Paraíba, patrimônio do mundo! O homem escreve crônica pra cidade, pra filha, pra esposa… tem crônica que faz rir e tem crônica que faz chorar de emoção.
 
E não bastasse tudo isso, vixe, agora ele é “o maior rezador do planeta”! Benze que é uma beleza, tem poder de cura, e Sumé virou ponto de romaria. 
 
O povo chega de todo canto atrás de uma oração do professor. E o patrimônio dele de rezador? Tá crescendo mais que juazeiro em tempo de chuva! Vidente, astrólogo, místico… Murilo viu nos astros e não gostou nada quando os comentaristas disseram que o Brasil ia passar vergonha na Copa. 
 
Partiu pra cima da Jac Olivier, da Rádio City, e soltou na cara: “Minha filha, o Brasil já virou o jogo! O Hexa vem, e o prêmio vai ser o maior da história, pago pelo Banco Master! Tá escrito nas estrelas!” E não é que a história ficou doida?
 
Quando a gente tava fechando essa matéria, chega a notícia: a CBE convocou Murilo Barros pra comitiva da Copa! Missão dele? Rezar com sal grosso e cravo-da-índia no vestiário! É pra blindar o Brasil e dar um nó nos gringo! Murilo é arma secreta da seleção e vai botar Severina prá moer no São João do Hexa.
 
E anota aí: depois que o Brasil for Hexa, a primeira cidade que a Seleção vai visitar é Sumé, na Paraíba! O avião desce direto lá pra agradecer ao professor Murilo Barros: de Sumé pro mundo, do computador pra oração, da sala de aula pro vestiário da Seleção! 
 
Murilo feito de Barro é um xote, sucesso nas rádios de Sumé.
 
Letra Zé de Ozana 
 
Lá em Sumé, na Paraíba aonde eu vou
Tem um cabra da peste, professor e doutor
Murilo Barros é o nome do cidadão
Mas o povo chama é de coração de barro, meu irmão!

Êita, Murilo feito de barro!  
Quebra não, não se espedaça não!  
Passou na chuva, no sol e no sereno
E saiu mais forte que cimento no sertão!

Programou Nettus Doctttus lá na juventude
Benze, reza, cura até quem tá com azia
Formou duas dotora, fez crônica pra cidade
E ainda vai botar o Brasil pra ganhar na Copa, olha a ousadia!Êita, Murilo feito de barro!  
Quebra não, não se espedaça não!  
Se a vida aperta, ele molda de novo
Porque barro de Sumé vira ouro no chão!
 
Narração do locutor Marcos Moura

Alôôô Sumé! Atenção Brasil!  
Murilo já tá com sal grosso e cravo-da-índia na mão!  
Vai botar Severina pra moer no São João do Hexa, visse?
É festa, é reza, é gol de placa e arrasta-pé no salão! Êita, Murilo feito de barro!  
Orgulho da Paraíba, do cariri! 
 

Obra da nova base do SAMU em Angelim avança e trará economia anual de R$ 150 mil

 



A construção da nova base do SAMU em Angelim segue em ritmo acelerado. Orçada em quase R400 mil, a estrutura moderna vai qualificar o atendimento á população e gerar economia superior a 150 mil por ano para o município após entrar em funcionamento.

Uma das grandes vantagens da nova sede é a liberação da Praça de Nossa Senhora de Nazaré, na Baixada, onde o SAMU atua atualmente.

Com a mudança, o espaço ficará disponível para reforma e será entregue requalificado à população. 



 

O prefeito Caíque tem acompanhado de perto o desenvolvimento dos trabalhos. Segundo o gestor, a nova edificação vai ampliar e modernizar o serviço, garantindo mais agilidade nos atendimentos de urgência e emergência. “Com a nova base em pleno funcionamento, ganhamos tempo no socorro. E tempo salva vidas”, destacou Caíque.

O prefeito ressaltou ainda que a obra só foi possível graças à sua articulação administrativa junto ao senador Humberto Costa, que destinou os recursos por meio de emenda parlamentar.