sexta-feira, 21 de agosto de 2026

CARLOS BRITTO SE PRONUNCIA APÓS OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL NA RÁDIO PLENA FM

Carlos Britto se pronunciou após uma operação da Polícia Federal na Plena FM, da cidade de Petrolina, esclarecendo que a investigação se refere a fatos de 2023, período em que a emissora não estava sob sua responsabilidade.

Ele expressou surpresa com a situação e destacou a relevância do momento, ocorrendo após seu rompimento político com o ex-prefeito Miguel Coelho.

Britto reafirmou seu compromisso com a transparência e a verdade, afirmando que enfrentará a situação de forma responsável e disponível para esclarecimentos.

 


A Polícia Federal desativou, nesta quarta-feira (20), uma emissora de rádio em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, durante a Operação Espectro Livre. Segundo apuração do Blog Plural, trata-se da Rádio Plena, comandada pelo radialista Carlos Britto, candidato a deputado federal pelo PL.

A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão no imóvel onde funcionava a estação. Durante a diligência, agentes da PF, com apoio técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), apreenderam equipamentos de transmissão e interromperam o funcionamento da emissora.

Carlos Britto foi procurado pelo Blog Plural, mas até a publicação desta reportagem não havia se pronunciado sobre a operação.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação apura uma possível transmissão clandestina de sinal de rádio e outras irregularidades relacionadas ao uso do espectro de radiofrequências.

Os equipamentos recolhidos serão submetidos à perícia, e o material deve auxiliar na identificação dos responsáveis e no avanço das investigações.

Durante a operação, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por funcionamento irregular da emissora.

Segundo a PF, os fatos podem configurar, em tese, o crime de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicações, previsto no artigo 183 da Lei nº 9.472/1997, cuja pena varia de um a dois anos de detenção.

 

Com informações Blog Plura

A PEÇA DE ROUPA DE RAQUEL VIROU CAMISA DE PROTESTO

 E o sentimento de rua?

"É uma aberração políticos tentando impedir que pessoas sobrevivam com fruto do próprio suor "Pra quem vende, camisa política é mercadoria como outra qualquer. É renda. É feira. É Natal. É São João.

Se proíbem isso, na visão deles, estão proibindo o ganha-pão. E aí vem a reação que estamos apontando: "poderiam votar na oposição, agora passaram todos pra Raquel".

É o chamado "efeito bumerangue". Quando você ataca o símbolo, fortalece quem usa o símbolo. Virou camisa de protesto.

 

 

O "caso das camisas de Raquel" envolve uma disputa política e jurídica no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) após a coligação de João Campos (Frente Popular) tentar proibir a venda de camisetas no estilo uniforme de futebol da "Raquel Lyra Futebol Clube" (RL FC) produzidas pela BB Fardamentos. O pedido de liminar foi negado pela Justiça Eleitoral, que entendeu se tratar de comércio autônomo e manifestação voluntária de eleitores. 

O Contexto da Polêmica 

As camisas estilo futebol com a sigla "RL FC" viralizaram nas redes sociais após a governadora Raquel Lyra (PSD) aparecer usando uma peça recebida de presente.

A procura pelas camisas cresceu de forma orgânica, com unidades comercializadas livremente pela empresa de fardamentos por um preço unitário estipulado para o público. 
A Ação no TRE-PE
A coligação adversária acionou a Justiça Eleitoral argumentando irregularidades e tentando barrar a confecção e circulação do material associado à campanha. 
O pedido de liminar foi negado porque o tribunal considerou que a aquisição voluntária por parte dos eleitores com recursos próprios está protegida pela livre iniciativa e não configura distribuição ilegal de brindes.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

MENDONÇA: NO TURFE E NA POLÍTICA, CORRER POR FORA É JUSTAMENTE ISSO: QUEM NÃO LARGA NA FRENTE, MAS VEM POR FORA, GANHA FORÇA NA RETA FINAL.

 


 

POR QUE MENDONÇA É A SURPRESA:

1. Herança + Currículo pesado


Ex-governador 2006-2007, ex-ministro da Educação 2016-2018, 3x deputado federal. O PL chama ele de "primeiro senador de direita de Pernambuco". 

2. Apoio do Sertão consolidado

Miguel Coelho oficializou apoio do grupo político dele a Mendonça. Com a desistência do Miguel, o voto do Sertão/Vale migrou todo pra Mendonça. 

Pesquisas internas dizem que ele já bate Eduardo da Fonte. 

3. Vácuo da centro-direita

Miguel disse: "Apareceu um vácuo para um representante de centro-direita". Com Raquel Lyra indo pro governo, a 2ª vaga ficou em aberto. 

4. Tempo de TV + Máquina do PL

O PL tem tempo de propaganda estratégico e homologou ele na convenção. 

A MATEMÁTICA DA 2ª VAGA:

1ª vaga: 

Quase certa - Marília Arraes lidera com 27-29%. Voto lulista consolidado. Briga pela 2ª vaga: 3 nomes Humberto Costa PT: 19-20% - Voto do governo Lula 

Mendonça Filho PL: 15-18% - Crescendo com apoio do Sertão Eduardo da Fonte PP: 12-14% - Nome da Raquel Lyra. Mendonça subiu de 15% pra 18% em 1 semana. Se mantiver essa curva, passa Humberto.

POR QUE ELE PODE VIRAR NA RETA?


 

Pista Aberta: O voto anti-governo e conservador do interior não tem outro candidato forte. Eduardo da Fonte está empatado com 12%.

Cavalo de Fundo: Mendonça tem 6 mandatos de deputado, 2 de ministro. Nome conhecido. "Cavalo de corrida longa".

O Jóquei Certo: Com Miguel Coelho puxando o Sertão/Vale, ele ganhou o melhor "jóquei" da região pra guiar.

No turfe, quem corre por fora sofre mais no começo, gasta mais, mas se a pista estiver boa, passa todo mundo no final.

E a "pista" de 2026 em PE está boa pra ele: insatisfação com Brasília + força do interior + voto útil.

Resumo: Marília já disparou na cerca interna pra 1ª vaga. A 2ª vaga vai ser decidida na reta final, entre Humberto na trilha e Mendonça correndo por fora

OS FATORES QUE PODEM ELEGER ELE:

Efeito arrasto de Raquel: Se Raquel for pro 2º turno, puxa Mendonça no Sertão/Interior Anti-PT: 24% dos votos ainda estão com Eduardo + Túlio. Se polarizar, Mendonça fica com esse voto. 

Indecisos: 7%. É onde ele mais cresce 

Risco: A base da Raquel escolheu Eduardo da Fonte pra 2ª vaga. Então vai ter racha: governo do estado com Eduardo vs oposição com Mendonça. 

Resumo: Marília na frente. A 2ª vaga tá em aberto entre Humberto x Mendonça x Eduardo. E Mendonça é quem mais cresceu nas últimas 2 pesquisas.

ROTA DA VITÓRIA: MENDONÇA FILHO

A ESTRATÉGIA PARA CONQUISTAR A 2ª VAGA
MAPA DAS METAS POR REGIÃO:

🔴 SERTÃO / VALE DO SÃO FRANCISCO - Meta: 60%
Consolidar com Miguel Coelho. Fortalecer aliança em Petrolina.

480 mil votos🟡 INTERIOR AGR/ ZONA DA MATA - Meta: 35%
Crescer com voto conservador. Foco: Caruaru, Garanhuns, Agreste.

420 mil votos🔵 RMR - Meta: 25%
Manter base consolidada em Recife e Olinda. Segurar eleitorado tradicional. 300 mil votos 

CÁLCULO PARA A VITÓRIA:

META: 1,2 MILHÃO DE VOTOS 
Para garantir a 2ª vaga ao Senado de Pernambuco em 2026

ESTRATÉGIA DE VOTO:

CONSOLIDAR SERTÃO - Parceria com Miguel Coelho para domínio no Vale do São Francisco

CRESCER NO INTERIOR - Ampliar voto conservador no Agreste e Zona da Mata  MANTER BASE NA RMR - Segurar eleitorado tradicional em Recife e Olinda

CONCLUSÃO: 
Se Mendonça bater as 3 metas, ele passa Humberto e Eduardo e leva a 2ª vaga. O Sertão puxa, o Interior decide, e a RMR precisa segurar. 

ATÉ QUE PONTO LULISMO E BOLSONARISMO INFLUENCIAM?


 



Em Pernambuco a disputa hoje é menos "Lulismo vs Bolsonarismo" direto e mais Raquel Lyra vs João Campos — e os dois usam Lula e Bolsonaro como peças no tabuleiro.1. Até que ponto Lulismo e Bolsonarismo influenciam? Raquel Lyra - PSDB/PSD. 

Ela faz o "jogo duplo". Tem diálogo amigável com Lula e já participou de eventos com ele para "reconstruir Pernambuco". Ao mesmo tempo, tem na base o PL de Bolsonaro, com indicações de cargos. Em 2024 ela se aproximou mais do PT na Alepe.

Resumo: Raquel é tucana, mas governa com apoio de Lula e com parte do bolsonarismo na base. É uma gestão "centro". pt.wikipedia.orgJoão Campos - PSB. 

É PSB, neto de Miguel Arraes e filho de Eduardo Campos. Alinhado ao campo da esquerda, mas com discurso de gestão. Teve como vice no Recife o PCdoB e apoios do PT em cidades como Caruaru.

Resumo: João representa a esquerda tradicional pernambucana, mas sem radicalismo. O "lulismo" é forte na base dele.

Bolsonarismo puro teve força no Recife em 2024 com Gilson Machado do PL com 13,93%, mas longe de ameaçar João. O bolsonarismo em PE está mais diluído dentro da base da Raquel.

2. O mapa na Região Metropolitana do Recife - RMRAqui o João domina com folga.RMR concentra 41,7% do eleitorado de PE.

No Recife: João foi reeleito com 78,11% dos votos válidos em 2024. O candidato apoiado pela governadora teve só 3,21%.Pesquisa 2026: João lidera na RMR com 50% contra 31% da Raquel. Na capital tem empate técnico com 31% pra cada.

Ou seja: RMR = território João. É onde está o maior colégio eleitoral e ele tem 4,4 milhões de eleitores sob prefeitos aliados.

3. Nas demais regiões -

Interior

Aqui a Raquel é mais forte.Interior: Raquel tem 54% contra 35% de João

Prefeitos: A base de Raquel elegeu 88-90 prefeitos. Segundo a Amupe, pelo menos 140 dos 184 prefeitos estão alinhados com ela

Mas: esses prefeitos representam só 2,2 milhões de eleitores, porque são cidades menores. João tem menos prefeitos, 70-71, mas nas cidades grandes. Resumo: Interior = território Raquel. Ela tem capilaridade, obras e convênios

4. E a situação de Raquel e João agora?

Vamos resumir bem a "novela”

Raquel Lyra

Filha do ex-prefeito de Caruaru, ex-deputada, ex-prefeita

Eleita governadora em 2022 contra Marília Arraes

Continua no Palácio. Trocou PSDB pelo PSD em março de 2025 e confirmou candidatura à reeleição

Tem "situação privilegiada" porque comanda a máquina, obras e 140 prefeitos. Mas nas pesquisas está atrás: 44% a 42% no 1º turno

João Campos

Filho de Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes

Foi prefeito do Recife, reeleito com 78%Renunciou em 20 de março de 2026 pra ser pré-candidato a governador

Lidera as pesquisas: 57% a 24% na Paraná e 55% a 24% na Quaest. Mesmo sem ir ao interior ainda.

O cenário para 2026

2024 foi uma "prévia" e deu empate técnico em prefeitos: PSDB 31 x PSB 31.

Mas em eleitores, João leva vantagem por dominar a RMR.

Jogo hoje é: Raquel = máquina + interior + diálogo com Lula e Bolsonaro

João = RMR + marca Arraes/Campos + esquerda organizada

A eleição vai ser decidida se Raquel consegue furar a bolha da RMR, e se João consegue crescer no interior ao longo de 2026.

 

VAMOS CUIDAR DO DINHEIRO PÚBLICO. VAMOS CUIDAR DE PERNAMBUCO.

 




A declaração do vereador Maurilio Cavalcanti (PSB), do município de Angelim, registrada durante a 14ª Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores nessa quarta-feira, dia 18, gera uma certa discussão e confunde aos menos desavisados. Para esclarecer dúvidas de alguns, estamos comentando as considerações do parlamentar municipal no que tange principalmente a sua expressão usada. “Só a louca da Raquel Lyra, pega o avião que é pra usar na saúde, muda de configuração pra ela fazer as visitas políticas dela! Que o dia dela tá chegando, dia 1º de janeiro ela deixa de ser Governadora do Estado de Pernambuco”.

Atentem

A democracia só existe quando o agente público pode fiscalizar. Quando pode perguntar. Quando pode cobrar. Foi dentro desse dever constitucional que o Vereador Maurílio Cavalcanti usou a tribuna para fazer um questionamento que é de interesse de toda a sociedade pernambucana: o uso de um avião adquirido para a saúde pública.

A fala do vereador foi clara e está registrada: “Só a louca da Raquel Lyra, pega o avião que é pra usar na saúde, muda de configuração pra ela fazer as visitas políticas dela! Que o dia dela tá chegando, dia 1º de janeiro ela deixa de ser Governadora do Estado de Pernambuco”.

Maurílio mesmo registrou que o pronunciamento foi feito “no exercício das prerrogativas constitucionais”. O foco da crítica foi a destinação de um bem público: um equipamento comprado para salvar vidas. A pergunta que ele fez é simples e legítima:

“Por que um equipamento adquirido para salvar vidas deixou de cumprir sua função enquanto era utilizado para transportar a chefe do Executivo estadual?” Esse é o papel do vereador. Fiscalizar. Denunciar. Levar para a população o que acontece com o dinheiro do povo. A Constituição Federal garante isso. O mandato foi dado justamente para isso.

SOBRE A CRÍTICA POLÍTICA

Crítica política dura faz parte do jogo democrático. O adjetivo usado foi no calor do debate e dirigido à conduta administrativa, não à condição de mulher da Governadora. Confundir fiscalização com ataque pessoal é tentar calar o mandato.

A Lei nº 14.192/2021 tipifica a violência política de gênero. Mas a própria lei protege a liberdade de expressão do parlamentar no exercício do mandato. A caracterização jurídica de qualquer conduta depende da análise das autoridades competentes, do contexto e da finalidade da manifestação.

Neste caso, a finalidade é pública: transparência.

O contexto é institucional: tribuna da Câmara.

O objeto é um bem público: avião da saúde.

CONCLUSÃO

Maurílio Cavalcanti não atacou ninguém. Ele defendeu o povo. Defendeu que o avião da saúde cumpra sua função: salvar vidas, não fazer campanha. Se calarmos um vereador por fazer seu trabalho, amanhã quem será o próximo? Vamos cuidar do dinheiro público. Vamos cuidar de Pernambuco. Vamos cuidar da democracia.