Tema central foi a batalha judicial na campanha:
Raquel Lyra (PSD) disse que é vítima de fake news e incitação à violência desde janeiro, com dezenas de ações judiciais.
Acusou o PSB de João de roubar bandeiras dela para criar um fato falso em ato de Flávio Bolsonaro no Recife (dia 16), usando falsos militantes de camisa roxa. Disse que denunciou às autoridades.
João Campos (PSB) negou e disse que também é vítima de ataques desde 2025, de um suposto "gabinete do ódio" ligado ao Palácio do Campo das Princesas, investigado pela PF.
Pediu direito de resposta sobre o roubo de bandeiras e citou o caso Amisadai Andrade, ex-servidor do estado que lideraria perfis de ataque contra ele.
Outros pontos:
Um homem foi detido pela PM no Centro do Recife com bandeiras de Raquel e levado à PF.
A Frente Popular de João entrou com ação no Ministério Público Eleitoral contra um policial civil (Uberdan) ligado a fornecedora da campanha de Raquel.
Ivan Moraes (PSOL) criticou a "arenga" entre os dois e se apresentou como conhecedor da gestão de Recife e do Estado, segundo sua avaliação, se saiu bem no debate.
Apoiadores de João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) se envolveram em uma briga física generalizada com socos, empurrões e agressões mútuas na noite desta quinta-feira, 17 de setembro de 2026, do lado de fora do Centro de Convenções do Senac, em Caruaru, onde ocorria o debate promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco e TV Nova Nordeste.
- Raquel Lyra abriu o debate acusando diretamente o partido de João Campos (PSB) de estar envolvido no roubo de bandeiras de sua campanha e de tentar infiltrar falsos apoiadores em um ato político no Recife.
- João Campos rebateu chamando a acusação de "ilação irresponsável". Ele subiu o tom acusando o entorno do Palácio do Campo das Princesas de comandar um "gabinete do ódio" para desferir ataques digitais contra ele, caso que, segundo ele, já é investigado pela Polícia Federal.
- Em debates anteriores na mesma cidade, os candidatos já haviam trocado apelidos hostis como "fura-teto" (referente aos salários de Raquel) e "fura-fila" (referente a concursos na gestão de João).
- Resumo: debate marcado por acusações mútuas de violência política e guerra jurídica.




