domingo, 15 de fevereiro de 2026

CARNAVAL DE RUA EM ANGELIM - SÁBADO DE ZÉ PEREIRA, "SUPER MÁGICO"

 

Prefeito Caíque saudando os foliões

 

Na administração do prefeito Caíque, pelo segundo ano consecutivo, depois de 30 de paralisação, a cidade voltou para as ruas, neste sábado de Zé Pereira, realizando um grande Carnaval.

O encontro das famílias, amigos e visitantes ocupando as ruas pra celebrar a cultura que é do povo, foi marcante em meio a uma grande multidão de foliões no centro da cidade.

O prefeito Caíque segue defendendo o Carnaval bem democrático e juntamente com a Prefeitura e Secretaria de Cultura, proporcionou segurança, organização e boa estrutura.

O Bloco do Munguzá do Galeguinho, foi um sucesso. Animou os foliões e ofereceu munguzá para dar energia e muito frevo até tarde da noite.

 

De acordo com a programação anunciada para o Carnaval 2026, todos os artistas compareceram cumprindo a agenda garantindo os shows. E tivemos um carnavalesco angelinense sendo homenageado.

Carnaval em Angelim vale a pena ser realizado e a avaliação do evento carnavalesco foi positiva em todos os segmentos.


 

Quando o prefeito decidiu resgatar o Carnaval de Angelim, foi pensando em investir nessa festa tradicional, e o exemplo está aí, consolidou. Melhora a vida da população, oferecendo opções de lazer e bem-estar aos angelinenses.

Marquinhos Alexandre, Secretário de Cultura demonstrou sua satisfação ao dizer que foi um “Carnaval Super Mágico, toda família participou desde a criança até o idoso".

Em pleno Carnaval o prefeito Caíque, anunciou duas grandes atrações para a festa de São José dia 19 de março. Léo Magalhães e Edson Gomes. 



 






Fotos - Fagner Mendes

Com informes

João Neto 

 

 

 

 



Fim dos pedreiros? Bairro inteiro é construído por impressoras 3D gigantes, ergue casas em apenas 24 a 48 horas com concreto especial Lavacrete e usa só 3 operadores no Texas


 

Bairro no Texas usa impressoras 3D gigantes para erguer casas com concreto especial, reduzir resíduos e acelerar a construção civil.


Tecnologia de impressão 3D cria bairro inteiro no Texas com promessa de reduzir desperdícios, acelerar obras e mudar padrão da construção civil nos Estados Unidos. Projeto une construtora tradicional e startup de inovação para testar escala industrial em moradias permanentes.
 

Um bairro com casas “impressas” por robôs gigantes saiu do protótipo e virou obra em escala residencial no Texas, nos arredores de Austin, com a promessa de reduzir desperdícios e simplificar etapas tradicionais da construção.

O empreendimento, conhecido como Genesis Collection no condomínio Wolf Ranch, fica em Georgetown, a cerca de 50 quilômetros de Austin, e reúne 100 casas térreas erguidas com sistema industrial de impressão 3D, em parceria entre a construtora Lennar e a empresa de tecnologia ICON.

Embora o título que circula nas redes fale em paredes prontas em 24 a 48 horas, o acompanhamento do canteiro mostra que, nesse bairro, a etapa de impressão do conjunto de paredes pode levar semanas por casa, antes da finalização completa.


O que está sendo construído nos arredores de Austin

No Wolf Ranch, a impressão 3D não entrega uma casa inteira do começo ao fim, mas produz o sistema de paredes em concreto extrudado, enquanto fundação e cobertura seguem métodos convencionais adotados no mercado imobiliário norte-americano.

As casas são térreas, com três ou quatro quartos, e foram colocadas à venda em faixas que ficaram entre aproximadamente US$ 450 mil e perto de US$ 600 mil, segundo informações divulgadas durante a comercialização do projeto.

Parte do apelo está na repetibilidade do processo

Bairro no Texas usa impressoras 3D gigantes para erguer casas com concreto especial, reduzir resíduos e acelerar a construção civil.

O bairro foi planejado com diferentes plantas e variações de fachada, mantendo um método produtivo semelhante que ajuda a reduzir retrabalho e padronizar a execução das paredes.

Como funciona a construção com impressoras 3D gigantes

Em vez de tijolos e argamassa aplicados manualmente, o equipamento deposita, camada a camada, um composto cimentício por meio de um bico extrusor, seguindo um percurso programado digitalmente.

Esse processo cria uma textura estriada característica do método e transforma o arquivo arquitetônico em paredes físicas com precisão automatizada.

A ICON descreve o sistema Vulcan como tecnologia de construção aditiva capaz de imprimir estruturas amplas sem necessidade de reposicionamento constante do equipamento.

Nesse fluxo, o software BuildOS atua como ponte entre projeto e obra, preparando os arquivos para impressão e comandando o hardware no canteiro com monitoramento integrado.

A promessa de operação com equipes reduzidas aparece associada às novas gerações de máquinas, que funcionam com número menor de trabalhadores em comparação aos canteiros tradicionais.

Lavacrete e resistência a furacões e eventos extremos

O material utilizado na extrusão, chamado Lavacrete, é descrito pela empresa como um concreto de alta resistência desenvolvido para fluir pela impressora e solidificar rapidamente sem perder estabilidade estrutural.

Segundo a ICON, o sistema de paredes teria superado exigências de projeto previstas em códigos de construção, ampliando a margem de segurança estrutural.

No caso de furacões, a empresa afirma que o sistema passa por ensaios padronizados e pode resistir a ventos de até 250 milhas por hora em condições de teste.

Em relação a terremotos, a companhia informa que adapta o sistema para atender requisitos regionais, inclusive demandas sísmicas, conforme a área de atuação.

Velocidade, resíduos e limites da automação

A ideia de imprimir paredes em 24 horas ajudou a popularizar a tecnologia nos primeiros anos de divulgação do método.

No bairro do Texas, porém, o ritmo observado indica prazo mais longo para concluir a impressão por unidade, ainda que o processo possa ocorrer em paralelo a outras etapas da obra.

A redução de resíduos é um dos argumentos centrais da construção aditiva, já que a deposição segue o traçado do projeto com menos sobras comuns na alvenaria convencional.

Mesmo com automação avançada, telhados, portas, janelas, instalações elétricas e acabamentos continuam sendo executados por métodos tradicionais.

Isso significa que a impressão 3D concentra-se principalmente nas paredes, e não elimina completamente as demais fases do cronograma construtivo.

Impressão 3D e crise de moradia nos Estados Unidos

A aposta em obras automatizadas cresceu junto com o debate sobre falta de moradias no país, onde diferentes estudos apontam déficit de alguns milhões de unidades habitacionais.

Estimativas recentes colocam o déficit em torno de 3,8 milhões a quase 5 milhões de residências, dependendo da metodologia considerada.

Ainda assim, o caso do Wolf Ranch indica que, mesmo com paredes impressas, o preço final permanece alinhado ao padrão de mercado local, influenciado por fatores como terreno, regulamentação e financiamento.

No plano empresarial, a construtora envolvida já sinalizou interesse em expandir empreendimentos semelhantes, sugerindo continuidade do modelo com ajustes operacionais.

Com essa experiência, a impressão 3D entra em fase mais operacional e menos experimental, em que desempenho real, certificações e custos passam a ser avaliados com maior rigor.

Se os robôs já conseguem mudar o jeito de erguer paredes em um bairro inteiro, o que ainda falta para essa lógica virar regra na habitação e não apenas um experimento em regiões valorizadas?

 

 
 

 

 

Governo começa a construir casas de plástico que ficam prontas em cinco dias com 50 m² e estrutura de encaixe sem argamassa resistente à umidade brasileira

 

Governo do Amazonas inicia construção de casas de plástico reciclado que ficam prontas em cinco dias, com 50 m² e produção local em Manaus.

 



Projeto no Amazonas usa plástico reciclado para moradias de 50 m² montadas por encaixe em poucos dias, com promessa de entrega rápida e foco em famílias de baixa renda.

O Governo do Amazonas iniciou a implantação de um modelo de moradia popular feito com blocos de plástico reciclado, com unidades de 50 m² e montagem por encaixe, sem argamassa, em um prazo divulgado de até cinco dias para erguer a estrutura principal.

Apresentado como projeto-piloto, o plano prevê começar por 25 casas em Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus, com prioridade para famílias de baixa renda e, sobretudo, para quem precisa ser realocado de áreas classificadas como de risco.

Em vez de depender apenas de insumos tradicionais, a proposta transforma resíduos pós-consumo em peças modulares que compõem paredes e divisórias, numa tentativa de reduzir o descarte de plástico e encurtar distâncias logísticas dentro do próprio estado.

Ao mesmo tempo, o governo vincula a entrega das casas a uma nova estrutura industrial em Manaus, criada para processar o material que antes costumava sair do Amazonas para reciclagem em outros locais, elevando custos e limitando a escala do reaproveitamento.

Como funciona a casa de 50 m² montada por encaixe

Com planta voltada ao uso básico, cada unidade tem dois quartos, sala, cozinha e banheiro, em metragem informada pelo governo como padrão inicial do projeto, alinhada a um formato de habitação de interesse social para famílias pequenas.

Governo do Amazonas inicia construção de casas de plástico reciclado que ficam prontas em cinco dias, com 50 m² e produção local em Manaus.

 

Na montagem, os blocos de plástico reciclado se unem em um sistema de encaixe, o que reduz etapas do canteiro quando comparado à alvenaria convencional, já que a estrutura dispensa argamassa e aposta na padronização das peças.

Segundo a apresentação do programa, a promessa de rapidez se refere ao tempo necessário para levantar a parte estrutural com os módulos, enquanto outras fases do processo, como preparação do terreno e instalações, também influenciam o cronograma final.

A defesa do modelo inclui o argumento de adaptação ao ambiente quente e úmido da região, onde problemas como infiltração e mofo são recorrentes em construções com manutenção irregular, embora o governo não tenha detalhado testes técnicos no anúncio.

Resistência à umidade e conforto em clima amazônico

De acordo com órgãos estaduais, o material foi pensado para suportar condições típicas do Amazonas, com alta umidade e calor persistente, ao usar polímeros reciclados processados para virar blocos construtivos com encaixes padronizados.

Além da durabilidade, o projeto também aponta benefícios ligados ao conforto térmico, sustentando que o sistema modular pode contribuir para reduzir a sensação de calor no interior, embora não tenham sido divulgados indicadores públicos de desempenho comparativo.

Como parte do desenho anunciado, a lógica modular permite adaptações e ampliações com menor necessidade de demolição, porque a casa pode receber novos módulos ao longo do tempo, conforme a família cresce ou novas necessidades surgem.

Enquanto isso, a execução acelerada aparece como resposta a um gargalo conhecido em políticas habitacionais, nas quais a distância entre seleção de beneficiários e ocupação costuma se alongar por obras demoradas e etapas sucessivas de contratação.

O centro de reciclagem em Manaus e a capacidade de produção

Governo do Amazonas inicia construção de casas de plástico reciclado que ficam prontas em cinco dias, com 50 m² e produção local em Manaus.

 

Para abastecer a construção, o governo inaugurou em Manaus o Centro de Reciclagem da Defesa Civil, que passa a concentrar a transformação do plástico em blocos, conectando coleta, processamento e uso final dentro do território amazonense.

A capacidade inicial divulgada para a planta é de mais de 80 toneladas de plástico por mês, volume descrito como suficiente para produzir componentes para até dez casas mensais, a depender do padrão de consumo de material de cada unidade.

Na estratégia apresentada, parte do plástico deve ser adquirida de cooperativas e associações de catadores, com a intenção de criar demanda estável para a coleta seletiva e ampliar a geração de renda de quem atua na base do sistema.

Em atualização divulgada por órgãos ambientais do estado, o projeto também menciona a presença de biodigestor nas casas e um custo estimado de R$ 60 mil por unidade, embora o governo não tenha publicado, no mesmo nível de detalhe, uma planilha de composição.

Amazonas Ecolar e o que ainda falta esclarecer

A iniciativa integra o Amazonas Ecolar, descrito como política que combina moradia e economia circular ao transformar um passivo ambiental em insumo de construção civil, com possibilidade de uso dos blocos também em equipamentos comunitários e outras estruturas.

Mesmo com a apresentação do piloto e da infraestrutura de reciclagem, o material público disponível não explicita, com a mesma clareza, critérios de seleção das famílias, fonte integral de financiamento e metas de escala para além da etapa inicial em Iranduba.

Ainda assim, ao atrelar habitação à eficiência da reciclagem e da logística de coleta, o governo coloca o programa diante de um teste prático que depende de produção contínua, controle de qualidade, assistência técnica e transparência sobre prazos de entrega.

Com as primeiras unidades em construção e previsão oficial de entrega do conjunto piloto até março de 2026, que resultados a população vai observar na prática sobre custo, manutenção e velocidade de ocupação quando essas casas começarem a ser habitadas?