segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Blogueiro da história: Flávio repete tática de João Campos e João surge como possível ministro de Lula

 


 

A estratégia de provocação marcou o debate da Band de ontem (18).

No segundo turno em Pernambuco, João Campos (PSB) levou Álvaro Porto (MDB) para sua comitiva nos debates.

Álvaro é desafeto público de Raquel Lyra (PSD). 

A ideia de João foi clara: desestabilizar a adversária fora do palanque.

Flávio Bolsonaro (PL) fez igual no presidencial. Colocou Sérgio Moro (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) na primeira fila.

Os dois símbolos da Lava Jato que prendeu Lula em 2018.

Mesma tática de João: deslocar o confronto e ampliar a provocação para além do palco. E João Campos estava lá também. 

Convidado de Lula, acompanhou o debate na plateia. Desde o fim do primeiro turno, o presidente nacional do PSB está em Brasília, atuando direto na campanha da reeleição.

Nos bastidores, João já é cotado como ministro em eventual governo Lula. Nome forte para articulação política nas cidades. 

Jovem, com capital de voto do Nordeste e trânsito no centro, virou peça-chave na reta final.

O debate ainda teve Vorcaro como protagonista involuntário, troca de baixaria entre Flávio e Lula que confundiu o indeciso, boa condução de Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, e o desafio de Lula para que ambos abram sigilos bancários e telefônicos até o dia 25.

Flávio ocupou a cena. João ocupou os bastidores. 

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