sábado, 5 de setembro de 2026

PRIMEIRA-DAMA TACIANA RECEBE MÃES ATÍPICAS EM SUA CASA E FORTALECE REDE DE APOIO QUE NASCEU JUNTO COM A CASA AZUL


 
Nesta semana, a primeira-dama Taciana recebeu em sua residência um grupo de mães (cerca de 50) atípicas do município para uma roda de conversa, escuta e abraço.

Por sinal esta prática é realizada todo final de semana nas dependências da Casa Azul.

A primeira-dama Taciana, do município de Angelim, no Agreste de Pernambuco, é reconhecida como a idealizadora da Casa AzulAlém do tratamento para as crianças, o projeto foi estruturado para acolher, orientar e dar suporte contínuo às chamadas mães e famílias atípicas, funcionando plenamente.

O encontro, marcado pela emoção, num espaço bem amplo e acolhedor, deu continuidade ao trabalho iniciado com a Casa Azul – espaço criado para atendimento e apoio a crianças autistas e suas famílias em Angelim.

Rede de apoio integrada entre diferentes secretarias municipais 

A rede de apoio que nasceu junto com a Casa Azul tem oferecido não apenas atendimento especializado, mas também acolhimento psicológico, troca de experiências e fortalecimento de vínculos entre as famílias. 

O abraço de mãe, símbolo do encontro desta semana, representa exatamente isso: entrelaçamento, escuta e esperança. (houve muita emoção)


"Não é só sobre a criança, é sobre a mãe também. Nenhuma mãe pode se sentir sozinha", disse a primeira-dama durante o encontro.


 

A iniciativa da Prefeitura de Angelim, tem sido referência na região e mostra que política pública se faz também com afeto. O prefeito Caíque marcou presença deixando sua mensagem alentadora e forte de apoio para todas mães.

No vídeo, vamos sentir toda valorização e cuidado especial com as mães, que se expressam agradecidas.  

 




Entenda

Uma mãe atípica é a mulher que cria e acompanha um filho com deficiência, condição neurodivergente (como autismo ou TDAH) ou síndrome genética.

 

 

 




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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

JUSTIÇA ELEITORAL DETERMINA QUE PF APROFUNDE INVESTIGAÇÃO SOBRE PANFLETO CONTRA RAQUEL LYRA E APONTA RISCO DE DESTRUIÇÃO DE PROVAS PELO PORTAL BASTIDOR.PE

 

A Justiça Eleitoral determinou que a Polícia Federal aprofunde as investigações sobre a origem da fotografia utilizada em panfleto com ataques à governadora Raquel Lyra, material que foi publicado inicialmente pelo portal Bastidor.PE.

A decisão é da juíza eleitoral Anamaria de Farias Borba Lima Silva, que acolheu integralmente o parecer favorável do Ministério Público Eleitoral e deferiu os pedidos apresentados pela Coligação Frente Popular.

De acordo com a ordem judicial, a Polícia Federal deverá identificar o autor da fotografia, quando e onde ela foi produzida, quem encaminhou o arquivo ao Bastidor.PE e quais intervenções foram realizadas antes da publicação. Também foi determinado exame pericial do arquivo original.

Apagão de provas

Outro ponto considerado decisivo pela magistrada foram as alterações realizadas no site Bastidor. PE depois que as relações entre o portal e o material vieram a público.

Conforme consta na petição, houve a retirada do nome de Léo Malafaia da relação de autores do portal e a exclusão de matérias anteriormente atribuídas a ele. Para a juíza, as modificações descritas caracterizam “risco concreto de perecimento ou alteração de elementos probatórios armazenados em ambiente digital”.

Em linguagem direta, a Justiça entendeu que há indícios de que o portal estaria apagando rastros para dificultar a investigação. 

Para o meio jurídico, a atitude é vista como tentativa de ocultar a autoria e a cadeia de produção do material.

O que o portal terá que entregar em 48 horas

A ordem judicial determina que o Bastidor.PE e seus administradores entreguem à Polícia Federal, em até 48 horas, o arquivo digital original da fotografia publicada em 30 de agosto, em formato nativo, sem conversão, compressão ou qualquer alteração adicional.

O portal também terá de fornecer metadados, dados EXIF eventualmente existentes, data e horário de criação, equipamento utilizado, coordenadas geográficas, histórico de modificações e software empregado.

A Justiça quer saber, ainda, quem produziu, enviou, recebeu, selecionou, editou e publicou a imagem, além do meio pelo qual o arquivo chegou ao portal, incluindo conta, e-mail, telefone, perfil ou usuário remetente.

As medidas, por enquanto, não autorizam acesso indiscriminado a comunicações privadas. No entanto, a decisão deixa claro que, caso a Polícia Federal considere necessária a apreensão e perícia de celulares ou computadores utilizados na produção, recepção, edição ou publicação da fotografia, deverá apresentar novo pedido à Justiça, que poderá deferir

As investigações sobre os panfletos estão avançando.