A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta (25), a Operação “Vassalos”, com o objetivo de investigar supostas fraudes e desvios de emendas parlamentares. Integrantes da família Coelho foram alvos da investigação, entre eles o pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho (UB), filho do ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).
A repercussão da operação surge em um momento estratégico do calendário político e pode impactar diretamente as pretensões de Miguel Coelho na disputa por uma vaga ao Senado. Seu nome vem sendo considerado para compor chapas majoritárias encabeçadas pelos principais pré-candidatos ao Governo de Pernambuco, a exemplo de João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD).
Miguel vinha aparecendo bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto ao Senado, sempre que incluído nos levantamentos. As conversas para formação de alianças estavam em andamento, com maior alinhamento ao projeto de João Campos. Por outro lado, a governadora Raquel Lyra, que também busca fortalecer sua base com o apoio do União Progressista, declarou recentemente que dialogou com o ex-prefeito de Petrolina, mas evitou detalhar o estágio das negociações.
Com o avanço das investigações, o cenário político pode sofrer reconfigurações, influenciando a definição das chapas majoritárias e o espaço de Miguel Coelho na corrida eleitoral deste ano.

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