sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Nova TV vai permitir assistir jogos de futebol com o narrador no mudo, mas ouvindo o som ambiente do estádio

 

 

 

A televisão no Brasil está a um passo de uma revolução tecnológica com a chegada da TV 3.0, prevista para este ano de 2026, coincidindo com a Copa do Mundo. O governo brasileiro anunciou que esta nova geração de televisão digital terrestre integrará a televisão aberta com a internet, trazendo uma experiência inovadora em qualidade de imagem e som.

A TV 3.0 não necessitará de conexão à internet para seu funcionamento básico, preservando o acesso gratuito à televisão aberta. Esta tecnologia permitirá a interação do telespectador com a programação de maneiras inéditas, como a escolha de câmeras e ângulos durante partidas de futebol, compras diretamente pela televisão e acesso a serviços públicos por meio de aplicativos.

Inovações prometidas pela TV 3.0

O que distingue a TV 3.0 é a sua capacidade de integrar serviços de internet às transmissões televisivas tradicionais. Isso significa que os usuários podem interagir com a programação de forma mais aprofundada.

As transmissões em 4K prometem qualidade superior, e o áudio imersivo amplia a experiência visual dos espectadores.

Entre as funcionalidades da nova tecnologia, estão a personalização da experiência televisiva, com a possibilidade de escolher diferentes ângulos de câmeras e até mesmo alternar entre a narração e o som ambiente.

Impacto da TV 3.0 na Copa do Mundo

A introdução da TV 3.0 coincide com a Copa do Mundo de 2026, prometendo uma experiência sem precedentes para os fãs de futebol no Brasil. Com transmissões de alta qualidade e opções de personalização, os espectadores poderão selecionar ângulos de câmeras e até mesmo escolher não ouvir a narração, ficando apenas com o som ambiente do estádio.

As transmissões experimentais já ocorrem em locais como São Paulo e Brasília, e a expectativa é que a cobertura nacional se expanda gradualmente.

A implementação nacional da TV 3.0 deverá ser um processo gradual. Enquanto as grandes capitais terão acesso inicialmente, a cobertura completa no território brasileiro pode levar até 15 anos. 

 

 

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