Angelim tem no flocão de milho boa atividade econômica. Suas indústrias abastecem vários estados e empregam centenas de famílias. Mas no Festival do Cuscuz da cidade, o produto local sumiu.
O evento teve tudo: estrutura, artistas nacionais, multidão. Menos cuscuz de Angelim.
As marcas angelinenses que sustentam a economia o ano inteiro não tiveram espaço, parceria ou degustação.
É a contradição que virou assunto. Um festival pra celebrar o cuscuz, sem o cuscuz da terra que produz ele todo dia.
Festa boa, público feliz. Mas fica a pergunta: como homenagear o cuscuz sem valorizar quem faz o cuscuz? No fim, sobraram os shows. Faltou a identidade cuscuzeira.
O evento teve tudo: estrutura, artistas nacionais, multidão. Menos cuscuz de Angelim.
As marcas angelinenses que sustentam a economia o ano inteiro não tiveram espaço, parceria ou degustação.
É a contradição que virou assunto. Um festival pra celebrar o cuscuz, sem o cuscuz da terra que produz ele todo dia.
Festa boa, público feliz. Mas fica a pergunta: como homenagear o cuscuz sem valorizar quem faz o cuscuz? No fim, sobraram os shows. Faltou a identidade cuscuzeira.

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