sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A PEÇA DE ROUPA DE RAQUEL VIROU CAMISA DE PROTESTO

 E o sentimento de rua?

"É uma aberração políticos tentando impedir que pessoas sobrevivam com fruto do próprio suor "Pra quem vende, camisa política é mercadoria como outra qualquer. É renda. É feira. É Natal. É São João.

Se proíbem isso, na visão deles, estão proibindo o ganha-pão. E aí vem a reação que estamos apontando: "poderiam votar na oposição, agora passaram todos pra Raquel".

É o chamado "efeito bumerangue". Quando você ataca o símbolo, fortalece quem usa o símbolo. Virou camisa de protesto.

 

 

O "caso das camisas de Raquel" envolve uma disputa política e jurídica no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) após a coligação de João Campos (Frente Popular) tentar proibir a venda de camisetas no estilo uniforme de futebol da "Raquel Lyra Futebol Clube" (RL FC) produzidas pela BB Fardamentos. O pedido de liminar foi negado pela Justiça Eleitoral, que entendeu se tratar de comércio autônomo e manifestação voluntária de eleitores. 

O Contexto da Polêmica 

As camisas estilo futebol com a sigla "RL FC" viralizaram nas redes sociais após a governadora Raquel Lyra (PSD) aparecer usando uma peça recebida de presente.

A procura pelas camisas cresceu de forma orgânica, com unidades comercializadas livremente pela empresa de fardamentos por um preço unitário estipulado para o público. 
A Ação no TRE-PE
A coligação adversária acionou a Justiça Eleitoral argumentando irregularidades e tentando barrar a confecção e circulação do material associado à campanha. 
O pedido de liminar foi negado porque o tribunal considerou que a aquisição voluntária por parte dos eleitores com recursos próprios está protegida pela livre iniciativa e não configura distribuição ilegal de brindes.

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